Facebook anuncia ferramentas de transparência para anúncios

Usuários poderão ver os anúncios ativos que uma determinada página veicula e também acessar um arquivo com anúncios de cunho político durante o período pré-eleições

O Facebook anuncia nesta quinta-feira, 28, uma série de medidas para melhorar a transparência em relação a anúncios e páginas na plataforma. A partir de agora, os usuários podem ver, na seção “informações e anúncios”, os anúncios ativos que uma determinada página veicula no Facebook, Instagram e Messenger, mesmo que a peça não apareça em seu feed.

Com a novidade, é possível acessar réplicas dos anúncios e reportar práticas suspeitas por parte de anunciantes. A plataforma também anunciou que lançará no Brasil em julho uma ferramenta de categorização de anúncios políticos. Através dela, os responsáveis por campanhas eleitorais poderão se registrar na plataforma e marcar anúncios de cunho político.

Os usuários, por sua vez, poderão ver anúncios desta categoria em um arquivo específico na plataforma. O objetivo das novas ferramentas é oferecer mais informações sobre a origem dos anúncios e evitar práticas abusivas por parte de anunciantes online.

Via: @meioemensagem

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E-commerce deve crescer 15% em 2018

O e-commerce brasileiro deve crescer 15% em 2018 em relação ao mesmo período do ano passado, com previsão de faturamento de R$ 69 bilhões. O ano pode registrar mais de 220 milhões de pedidos nas lojas virtuais, com um tíquete médio de R$ 310. Em 2017, o e-commerce obteve faturamento de R$ 59,9 bi e fechou com 203 milhões de pedidos e um tíquete médio de R$ 294. Os dados são da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

De acordo com o relatório da associação, a dependência das lojas de e-commerce em grandes marketplaces, como Americanas, Submarino e Amazon, é evidente em quase todas as categorias de compra, já que 31,5% das vendas são efetuados neste canal. O Sul é a região com a melhor taxa de conversão média (1,5%).

Reginaldo Stocco, cofundador da VHSYS, startup que fornece solução tecnológica para gestão empresarial, confirma a tendência e afirma que ferramentas de integração com grandes lojas virtuais aliadas a softwares de gestão de vendas devem ditar o mercado. “Os números apontam para os marketplaces e o principal impulsionador das compras online continua sendo a comodidade, tanto para quem compra quanto para quem vende. Os pedidos precisam ser faturados com mais rapidez, o estoque precisa ser controlado com exatidão, o controle de entrada e saída de dinheiro do caixa precisam ser feitos com segurança. Ferramentas de integração acabam conectando os lojistas com os principais marketplaces e oferecem softwares para controle de venda e gestão”, diz.

As categorias que mais dependem de vendas por marketplaces são eletroeletrônicos, cama, mesa e banho, ferramentas e produtos para bebês/crianças. Os canais com menor porcentagem de vendas são moda e acessórios, sexshop e móveis para a casa.

Smartphone

Com a maior presença dos smartphones, a parcela de compras por dispositivos móveis cresceu de 22% para 31% entre 2016 e 2017. O desktop ainda predomina, mas de acordo com o relatório da ABComm, o mobile deverá crescer rapidamente em até quatro anos e será o principal dispositivo em acesso e conversão.

Taxa de conversão

O Sul é a região com a melhor taxa de conversão média (1,5%), seguido do Sudeste (1,4%), Centro-Oeste (1,3%) e Norte (1,0%). O Nordeste tem a menor taxa de conversão, com 0,9%.

Sazonalidade

O número de pedidos está mais concentrado no 2º semestre, com 55,2% das vendas do ano de 2017. O mês com maior número de pedidos foi novembro, que concentra as vendas da Black Friday e do Natal.

Os meses com menor número de pedidos são janeiro e fevereiro, por causa das férias escolares do verão.
De acordo com relatório da ABComm, a categoria com mais itens por pedido foi a de alimentos e bebidas, que considera as vendas de supermercados (15,7 itens por pedido), seguida de ferramentas, com 10,5 itens por pedido.

 

@ecommercebrasil 

Apple-Pay - agencia incom - novidade apple - pague pelo celular

Apple vai lançar serviço de pagamentos com iPhone no Brasil

Durante a divulgação de resultados do último trimestre, Tim Cook, CEO da Apple, anunciou que o serviço de pagamentos com iPhones, chamado Apple Pay, estará disponível no Brasil nos próximos meses.

Em lojas físicas, a comunicação com terminais de pagamento comuns, as maquininhas de cartão, acontece graças a uma tecnologia chamada NFC (comunicação de proximidade).Encostando seu iPhone no terminal e autorizando a transação, o pagamento acontece.

A autenticação por impressão digital ou por identificação de rosto–no caso do iPhone X–é a senha que você precisa usar no Apple Pay. O serviço também pode ser usado para realizar compras online.

Rival, a Samsung também conta com o Samsung Pay, lançado no Brasil em meados de 2016 com parceria com diversos bancos, como Bradesco e Santander. Como diferencial, a Apple chegará com parceria com o banco Itaú, como mostra o site brasileiro do Apple Pay.

Os iPhones compatíveis com o Apple Pay são os modelos 6 ou superiores.

Ainda não há uma data definida para o lançamento do serviço de pagamentos por iPhone no Brasil.

@abrilexame

correios-rastreamento-incom

Correios lançam consulta de encomendas a partir de CPF ou CNPJ

Os Correios lançaram, nesta quinta-feira (25), uma nova ferramenta que, segundo a estatal, permitirá aos usuários o acompanhamento de suas encomendas e objetos registrados por meio de seu CPF ou CNPJ, dispensando a obrigatoriedade de informar o código do objeto.

Com a nova funcionalidade, gratuita, o cliente poderá informar apenas o seu CPF ou CNPJ e acessar todas as encomendas em que seja remetente ou destinatário.

“Atendendo a uma demanda antiga dos nossos clientes, criamos uma ferramenta que irá melhorar a experiência de quem usa os serviços dos Correios. Agora, basta informar o número do CPF para saber o andamento de uma encomenda”, afirmou o presidente dos Correios, Guilherme Campos, em comunicado da empresa.

Como funciona

Para realizar a consulta, devem ser informados os CPFs do remetente e do destinatário no momento da postagem do objeto em uma agência dos Correios. Após a postagem, a qualquer momento, o destinatário ou o remetente podem acessar a página de rastreamento no site dos Correios, informar o CPF, e inserir login e senha – previamente cadastrados no portal.

Serão exibidos todos os objetos registrados (cartas ou encomendas) que tenham sido associados ao documento do usuário que fez o login, seja como destinatário, seja como remetente. O mesmo vale para consultas feitas pelo CNPJ.

@ecommercebrasil

tudo sobre o WhatsApp Business - agencia incom - soluções digitais

WhatsApp Business

WhatsApp dá os primeiros passos para mudar a forma como pessoas conversam com empresas a partir da plataforma de bate-papo. Em testes desde o ano passado, o WhatsApp Business vem chamando a atenção de companhias e do grande público porque deve chegar ao Brasil dentro de um mês. A seguir, trouxemos perguntas e respostas sobre o novo aplicativo voltado para negócios. Os tópicos reúnem informações sobre as principais funções, requisitos e modalidades de uso do app de mensagens.

O que é WhatsApp Business?

O WhatsApp Business é uma versão do famoso mensageiro voltada para a comunicação entre empresas de pequeno ou médio porte e seus clientes. A ideia é facilitar a comunicação entre as duas partes, além de torná-la mais segura, uma vez que o cliente terá certeza de que está interagindo com um perfil profissional.

Segundo o escritório do WhatsApp no país, os profissionais que participam do programa de MEI (Microempreendedor Individual) também poderão criar perfis Business.

O serviço também permitirá ao dono da conta Business acompanhar estatísticas sobre as mensagens lidas pelos consumidores, para determinar quais estratégias de comunicação funcionam. Por enquanto, o serviço é totalmente gratuito, mas o WhatsApp admite que, no fututo, poderá cobrar por funções adicionais.

É preciso baixar um novo aplicativo para usar as ferramentas empresariais?

Depende. Pessoas físicas não precisam baixar um novo app. O WhatsApp atual, que todo mundo tem instalado no celular, será suficiente para entrar em contato com perfis empresariais.

Responsáveis por empresas deverão baixar o aplicativo WhatsApp Business, edição especial que deve aparecer na central de downloads dentro de um mês. Para que o estabelecimento possa entrar em contato com o cliente, é necessário que a pessoa física forneça o número de celular ou que tenha voluntariamente acionado primeiro a empresa por meio do app.

Quais os requisitos para uma empresa usar o WhatsApp Business?

Para utilizar o WhatsApp Business, as empresas devem ser de pequeno ou médio porte. Também será preciso ter um número de celular que não esteja vinculado a nenhuma outra conta do WhatsApp, mesmo que seja na versão comum. Ou seja, se sua empresa utiliza o WhatsApp na modalidade atual, precisará usar uma linha diferente para se cadastrar na versão Business.

O WhatsApp testa ainda uma terceira modalidade de serviço de troca de mensagens, o Enterprise, voltado para grandes corporações. Por ora não há informações sobre a data de lançamento.

Quais são as informações que o perfil empresarial pode exibir?

Por enquanto, sabe-se que o WhatsApp Business permite exibir ao cliente informações como descrição do negócio, endereço de e-mail, endereço físico e site oficial. Ainda não se tem informações se haverá detalhes mais completos, como horário de funcionamento e preço, informações que estão disponíveis em páginas de empresas no Facebook e no Google.

O WhatsApp Business permite chatbot?

Sim. De acordo com informações do próprio mensageiro, será possível programar os seguintes contatos automáticos:

  • Respostas rápidas para perguntas frequentes
  • Saudações apresentando a empresa em questão
  • Avisos caso o estabelecimento esteja fora do horário de atendimento

O WhatsApp Business funciona em todos os celulares?

Não. É necessário ter um smartphone com sistema Android para instalar a versão do aplicativo dedicada a empresas. Não se sabe quando será liberada uma versão para iPhone (iOS).

O escritório do WhatsApp no Brasil informou que se o celular for dual chip, o dono dele poderá manter o app regular e o app Business funcionando simultaneamente.

O WhatsApp Business funciona no PC?

Sim. De acordo com a equipe por trás do aplicativo, há como receber e enviar mensagens do WhatsApp Business usando o computador. O funcionamento será similar ao do WhatsApp Web, que possibilita ver no PC as mesmas mensagens exibidas no aplicativo de smartphone.

Como funcionam as “Contas Confirmadas”?

Nem toda empresa com uma conta no WhatsApp Business terá o selo de conta confirmada ao lado do nome de usuário. Só receberá o reconhecimento perfis cujo número de telefone utilizado no app tenha sido verificado pela equipe do mensageiro.

Em quais países o WhatsApp Business está disponível?

Antes, o download sem convite é possível somente nos Estados Unidos, Reino Unido, Indonésia, Itália e México. No Brasil, o aplicativo já está disponível na Google Play Store. Empresas de pequeno porte, como uma gráfica no Espírito Santo e um estúdio de fotografia no Rio de Janeiro, participam da fase experimental.

@techtudo

B

15 livros incríveis sobre marketing, vendas e negócios para você ler durante as férias

Está chegando mais um final de ano, o que para a maioria da população significa um momento de festas, de reflexão e de descanso. E, durante esses dias de recesso, que tal aproveitar os últimos dias para absorver o máximo de conteúdo possível?
Para ajudar você, fizemos uma lista com os melhores livros sobre Marketing Digital e Vendas para ler durante essas férias. Comece a ler agora mesmo para iniciar o ano com o repertório muito mais afiado!

1. As 22 consagradas leis do Marketing

 As 22 consagradas leis do Marketing é leitura obrigatória para profissionais de marketing.

O livro de Al Ries e Jack Trout conta as principais leis para quem precisa se adaptar ao novo marketing.

E quem violar qualquer uma delas, pode saber: vai pagar por isso.

2. Marketing de Permissão

Todo profissional de marketing já deve saber que o marketing mudou.

O guru do marketing, Seth Godin, conta em Marketing de Permissão os conceitos essenciais para quem quer vender para um consumidor que mudou.

Ao invés de incomodar seu cliente em potencial, por que não incentivá-lo a aceitar suas mensagens de marketing voluntariamente?

O marketing de permissão é sobre isso. Se você ainda não o faz, não perca tempo e aprenda logo.

3. Marketing 3.0

Que o Marketing é ditado pelos seres humanos, já sabemos até aqui. Mas quais são as forças reais por trás disso?

Phillip Kotler é um dos maiores nomes do marketing mundial e vai explicar exatamente isso.

Mesmo sendo considerado um autor tradicional, ele é um dos principais nomes da área e sempre será referência em marketing no mundo.

Por isso, não deixe de ler Marketing 3.0.

4. A Terceira Onda da Internet

E, para contextualizar essas novas fases do marketing, nada melhor que falar sobre a era que vivemos com a internet nos dias de hoje.

A terceira onda da internet é um livro que trata disso. O autor Steve Case explica que vivemos um período em que os empreendedores transformarão setores como a saúde, educação, transporte e energia e, com isso, as nossas vidas.

O livro explica as habilidades para prosperar nessa época e ajuda a entender o que você precisa fazer para ser um pioneiro na terceira era da internet.

5. Receita Previsível

O aclamado livro de Aaron Ross é obrigatório para quem quer vendas previsíveis. Predictable Revenue é referência no mercado e fala sobre como conseguir a sonhada previsibilidade.

O Predictable Revenue é a estratégia para tornar seu time de vendas capaz de gerar mais Leads, previsibilidade e, com isso, atingir suas metas, sempre.

Vai perder?

A Resultados Digitais disponibilizou gratuitamente o 5º capítulo do livro, onde o autor fala sobre como encurtar o seu ciclo de vendas e aumentar a produtividade da sua equipe.

6. Como o Google funciona

Um bom panorama para quem se interessa em entender sobre inovação, tecnologia e o mercado de trabalho é o livro Como o Google funciona.

A obra do ex-CEO do Google, Eric Schmidt, explica como essa empresa aceitou as mudanças causadas pela tecnologia e focou o seu negócio no capital humano.

7. Big Data

Falando em inovação, um bom profissional de marketing não pode desconhecer termos chave do mercado como Big Data.

Por isso, nossa recomendação é ler o livro de mesmo nome, de Timandra Harkness.

Como funciona Big Data? Como utilizar esse turbilhão de informações? Quais são os limites e potenciais problemas por trás desse conceito?

Aprenda tudo isso — e muito mais! — nesse livro.

8. Vender é humano

Para mais um livro essencial sobre vendas, vamos fixar um conceito importante que é a ideia central de um best seller: Vender é humano.

Daniel Pink entendeu isso e deixou essa obra sobre a arte de influenciar e convencer os outros.

Aprenda com ele e volte das férias sabendo na prática como vender mais e melhor.

9. Web Analytics 2.0

Este livro foi escrito pelo líder de pensamento de análise web Avinash Kaushik!

Web Analytics 2.0  apresenta uma nova estrutura que mudará permanentemente a maneira como você pensa sobre análise.

Resolva desafios como a medição das mídias sociais e campanhas multicanal e aprenda a realmente ouvir os seus clientes.

10. Everybody Writes

Estamos vivendo em um mundo orientado pelo conteúdo. Para Ann Handley, todos nós somos, de alguma forma, escritores.

Daí surgiu a obra Everybody Writes, que é, na verdade, um guia para atrair e reter clientes por meio de nossa comunicação online.

Legal, não? Vale conferir!

11. Marketing na Era Digital

O mercado mudou completamente. Deixamos de ser meros leitores e consumidores de informação para sermos também atuantes e produtores de conteúdo.

Nós também somos geradores de mídia! E as empresas têm que entender isso.

Martha Gabriel entendeu isso e publicou a excelente obra Marketing na Era Digital.

12. Vendas 3.0

Com o mercado cada vez mais acirrado e os clientes cada vez mais exigentes, as organizações começaram a valorizar mais as áreas de vendas a fim de encarar os novos desafios.

Sandro Magaldi escreveu Vendas 3.0 para auxiliar na gestão estratégica de vendas, que tendem a sair cada vez mais de um contexto tático para um estratégico.

13. Guia Prático das Novas Ferramentas Comerciais

Guia Prática das Novas Ferramentas Comercias foi escrito por um conjunto de autores, como Emilia Chagas, André Siqueira e Alex Lima.

Eles escreveram esse livro para ser uma obra de cabeceira de todo empreendedor. Sabemos que a concorrência está cada vez maior, então os autores nos proporcionam uma série de “receitas” para posicionar a sua empresa em um lugar de destaque.

14. Equipes não nascem excelentes, tornam-se excelentes!

Veronica Ahrens entra no mercado literário com uma obra que vai revolucionar a construção de equipes de alta performance.

Em Equipes não nascem excelente, tornam-se excelentes! ela propõe uma série de exercícios para que um gestor desenvolva todos os seus liderados, garantindo, assim, a alta performance.

15. Nada Easy

Tallis Gomes é um grande empreendedor.

Uma daquelas pessoas que, mesmo sendo CEO de uma grande empresa de tecnologia, investe em aprendizado todos os dias. Estuda, lê, consome muito conteúdo e aplica o que aprende.

Ele acredita que errar faz parte. Em Nada Easy, o autor conta sobre tudo o que aprendeu estando à frente da Easy Taxi.

@resultadosdigitais

iii

Quase metade das compras no varejo é feita por celular

No Brasil, 44% das compras no varejo já vêm dos dispositivos móveis, seja por meio de aplicativo ou web mobile. É o que revela o estudo global Análise do E-commerce no Mundo, que explora o cenário de compras cross-device no terceiro trimestre de 2017. O levantamento foi feito pela Criteo.

De acordo com a pesquisa, os pedidos feitos em aplicativos já chegam a 16%, enquanto via web mobile somam 28%. O desktop ainda sai na frente com 56%, entretanto, o relatório revela que 16% das vendas concluídas no canal são precedidas de um clique no ambiente móvel. No total, 31% das transações pós-clique em desktop são iniciadas em outro dispositivo.

“Os consumidores de hoje são ativos em todos os ambientes de navegação e compram a qualquer hora, de qualquer local. Conhecê-los é vital para planejar uma estratégia eficiente”, explicou Alessander Firmino, diretor geral da Criteo para o Brasil e Latam.

Mobile em ascensão

No Brasil, a web mobile está consolidada e os smartphones seguem ganhando relevância quando o assunto são compras online. No terceiro trimestre de 2017, houve um aumento de 51% nas transações realizadas através de celulares (apps excluídos) em relação ao mesmo período do ano anterior. Em compensação, os pedidos feitos via tablet tiveram queda de 39%, enquanto os feitos via desktop caíram 12%.

As categorias mais vendidas no ambiente móvel, sem considerar transações feitas através de aplicativos, foram: Cultura/Mídia (35,4%), Grandes Redes Varejistas (35%), Saúde/Beleza (34,7%), Fashion/Luxo (32,6%), Produtos para o lar (22,9%), Computação/Tecnologia (22,8%).

Quando e onde impactar o consumidor

As descobertas do relatório apontam para a necessidade de varejistas e marcas investirem em estratégias cross-device para engajar os consumidores. Segundo o levantamento, clientes identificados em diferentes dispositivos durante a jornada de compra gastam em média 22% a mais.

O estudo também procurou entender em que momento os consumidores usam cada dispositivo. As compras feitas por desktop lideram durante o horário comercial, entre 9h e 18h. Já os dispositivos móveis são mais utilizados durante à noite e aos finais de semana.

“Diante de todos os dados, é importante ter em mente que uma estratégia de marketing bem sucedida deve focar no cliente e não no dispositivo. A jornada de compra é complexa e é necessário entender onde e quando encontrar esse consumidor para interagir com ele no momento certo, de forma relevante, para gerar engajamento e, claro, vendas”, conclui Firmino.

Metodologia do estudo

O estudo Análise do E-commerce no Mundo analisou bilhões de transações anuais e mais de 5.200 varejistas globalmente, todos clientes da Criteo.

@ecommercebrasil

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Três em cada dez brasileiros pretendem comprar na Black Friday, revela pesquisa

Levantamento do Serasa Consumidor, braço da Serasa Experian voltado ao cidadão, mostra que três em cada dez brasileiros pretendem comprar nesta Black Friday. Desse total, 90% acreditam que deve conseguir bons descontos na data. A pesquisa realizada no serviço de atendimento da Serasa ouviu 4301 pessoas em todo o país, entre 17 de outubro e 24 de outubro.

O estudo ainda revela que 79% costuma pesquisar o histórico de preço antes de fechar a compra. Eletroeletrônicos são os itens mais desejados pelos consumidores, com 37% da preferência, seguido por roupas, calçados e acessórios (21%), telefonia (18%), informática (14%), viagens (6%). Outros itens, como material de construção, brinquedos, entre outros, totalizam 5%.

A maior parte (41%) pretende gastar acima R$ 1000,00 nas compras durante a Black Friday, enquanto 28% aponta gasto entre R$ 201,00 e R$ 999,00. Os consumidores que pretendem gastar entre R$ 101,00 e R$ 200,00 totalizam 11%, e 12% opta por valores entre R$ 51,00 R$ 100,00. Apenas 5% afirma ter intenção de gastar até R$ 50,00.

Dos entrevistados, 72% disseram que pretendem comprar em loja física, 27% pela internet e 1% não soube responder. Sobre os cuidados com segurança online na hora de fazer compras na Black Friday, a grande maioria afirma ter cuidado: 87% responderam que verificam se o site é seguro antes de efetuar a compra.

“O consumidor está cada vez mais atento aos sites nos quais efetua suas compras durante a Black Friday. Por isso, é essencial que os ecommerces sérios tenham um certificado de segurança, que é aquele que garante que o endereço começará com https, e não apenas http”, afirma Mauricio Balassiano, diretor de certificação digital da Serasa Experian. “Neste caso, o S significa que o site está seguro”, orienta.

Confira abaixo as dicas que os especialistas da Serasa Experian fizeram para aproveitar a data com segurança e sem sair do orçamento:

1)   Diferencie desejo/impulso de compras verdadeiramente necessárias.

2)  Lembre-se de que compra deve caber no seu orçamento e não deixe de colocar as contas na ponta do lápis antes de realizar a compra: faça as contas de todas as dívidas que já possui e os gastos que devem entrar nos próximos meses.

3)  Cuidado com longos parcelamentos para não comprometer ainda mais a renda. O fim do ano está próximo e, neste período, os gastos aumentam ainda mais. Lembre-se da proximidade com o Natal, além dos gastos de início de ano, como IPVA, IPTU, material e matrícula escolar, despesas com viagens, etc.

4)    Cuidado ao usar o cartão de crédito. Ele dá a falsa sensação de que você não está gastando. Verifique na fatura o valor total das compras antigas antes de fazer uma nova dívida. Além disso, o pagamento integral da fatura é a melhor maneira de usar esse meio de consumo. Evite utilizar o pagamento rotativo.

5)    Antes de aproveitar as ofertas online, veja se o site é seguro: antes de inserir seus dados ou efetuar uma compra, verifique se o site possui um certificado de segurança, que criptografa os dados enviados. É só observar o endereço na barra de endereço: os sites protegidos iniciam com https. Em alguns casos, a barra de navegação fica verde.

6)    Verifique se seu computador está protegido: faça uma avaliação online para constatar se o seu PC é uma porta de entrada para possíveis roubos de dados. Os especialistas da Serasa desenvolveram um teste fácil e rápido, basta clicar neste link e responder as questões: https://serasa.certificadodigital.com.br/teste-de-fraude/

7)    Atenção com e-mails e ofertas anunciadas nas redes sociais: nessa época do ano é comum receber mensagens que pedem para clicar em uma oferta de produto com valor abaixo do mercado. No entanto, pode ser uma tentativa de roubo de dados para serem utilizados em fraudes de identidade. Na dúvida, entre direto na loja virtual e verifique se o site é seguro, conforme a dica 9.

8)   Cuidado ao se conectar antes de efetuar a compra: seja via smartphone, tablet ou notebook, evite uma rede wi-fi aberta ao realizar transações financeiras.

9)   Após as compras, sempre faça log off, principalmente ao usar computadores compartilhados, para evitar que seus dados sejam acessados por terceiros.

@ecommercebrasil

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Agora você pode compartilhar sua localização em tempo real pelo Whatsapp

O WhatsApp começou a liberar nesta terça-feira, 17, um novo recurso para seus usuários no Android e no iOS. Agora é possível compartilhar sua localização em tempo real em conversas particulares e em chats de grupo pelo aplicativo.

A novidade aparece no mesmo lugar que a antiga função de compartilhar localização. Basta tocar no ícone de anexo (um clipe de papel) e tocar na opção “Localização”. A partir de agora, em vez de enviar uma coordenada que abre no Google Maps um local estátivo, é possível compartilhar o sinal do seu GPS com seu contato.

Ao receber a localização, o remetente pode acompanhar a sua movimentação e ver onde você está em tempo real, caso esteja se deslocando, por exemplo. Dá para escolher o prazo pelo qual seus contatos terão acesso a essa informação: 15 minutos, uma hora ou oito horas.

O mapa em tempo real agora é aberto dentro do próprio WhatsApp, sem precisar abrir o Google Maps – embora o API continue sendo o do Google. Num chat em grupo, é possível ver ao mesmo tempo a localização de todos os participantes (que aceitarem compartilhar) também em tempo real.

Se você enviar sua localização para alguém e quiser interromper a transmissão, também pode fazer isso a qualquer momento, mesmo que o prazo definido ainda não tenha acabado. Zafir Khan, gerente de produto do WhatsApp, explicou em entrevista ao Olhar Digital que esse compartilhamento de GPS também é criptografado, como qualquer mensagem enviada pelo app.

wpp

O novo recurso também pode ser ajustado na página de configurações do WhatsApp por quem quiser proibir certas pessoas de visualizarem sua localização numa conversa em grupo, por exemplo. A novidade começa a ser liberada a partir desta terça para todos os usuários que estiverem com a versão mais recente do WhatsApp instalada.

@olhardigital

Vooozer-vFinal

Startup Vooozer lança ferramenta para internauta ‘ouvir’ o site

Você já se viu sem tempo para ler artigos e textos do seu interesse na internet? Provavelmente sua resposta é “sim” e, segundo pesquisas, mais de 70% das pessoas com acesso à internet passam por essa mesma dor.

Foi pensando nisso que a startup Vooozer foi criada no fim de 2016, com o objetivo de facilitar e impulsionar o consumo de conteúdo online através do áudio. A ideia é simples: se falta tempo ou disposição para uma pessoa ler, ela poderia ouvir textos.

A proposta não é que todos textos da internet sejam substituídos por áudio, pelo contrário. A plataforma desenvolvida pelo Vooozer incentiva a convivência do conteúdo em texto junto com a versão em áudio. Como nesta própria notícia.

Já que um texto que demora algumas horas a ser escrito e pode ser narrado e publicado em menos de dez minutos, existe um forte custo-benefício para os sites oferecerem tal opção. Assim, seus visitantes podem consumir conteúdo em áudio enquanto dirigem, arrumam a casa, passeiam com o cachorro, entre outros. Se preferirem, a opção da leitura seguirá presente.

Grandes referências do mercado já publicam conteúdos em áudio pela plataforma de áudio da startup, como Catraca Livre, Resultados Digitais, Rock Content e Papo de Homem. Para trabalhar com essas empresas de alto calibre, o Vooozer adota uma filosofia de feedback constante. “Com a Resultados Digitais, por exemplo, desenvolvemos uma ferramenta de captura de lead pelo player, como nesse artigo” explicou Albert, CEO do Vooozer.

“Não somos um aplicativo. Somos uma plataforma de áudio com solução completa para blogs e sites em geral. Na plataforma, sites podem narrar seus artigos a serem publicados, fazer upload de arquivos ou até mesmo contratar narrações pelo nosso marketplace de narradores amadores e profissionais ou por pacotes mensais”, afirmou. “Os visitantes do site não precisam baixar nenhum aplicativo e nem se cadastrar. Eles escutam o conteúdo diretamente pela página, seja no desktop ou no mobile”, complementou Albert.

Segundo testes realizados pela startup junto a parceiros, textos que acompanham uma versão em áudio tiveram mais engajamento dos usuários, que, ao consumirem a versão em áudio, passaram mais tempo nas páginas, comentaram nos artigos ou até mesmo compartilharam em redes sociais apontando a opção do áudio. Para comprovar e acompanhar tais resultados, a empresa oferece um dashboard com estatísticas de desempenho dos conteúdos em áudio e relatórios que cruzam dados dos áudios com indicadores do Google Analytics.

“A receptividade do mercado tem sido bastante positiva. Estamos encontrando diversos sites dispostos a inovar e oferecer mais comodidade ao seu público. Para nós, a conquista dos primeiros testes com o E-commerce Brasil tem um gosto especial, pois acompanhamos o portal há alguns anos.”, comentou Albert.

Atualmente a plataforma é gratuita nos primeiros meses de uso e é possível encontrar mais informações sobre a empresa e seus serviços no site www.vooozer.com.

@ecommercebrasil