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15 livros incríveis sobre marketing, vendas e negócios para você ler durante as férias

Está chegando mais um final de ano, o que para a maioria da população significa um momento de festas, de reflexão e de descanso. E, durante esses dias de recesso, que tal aproveitar os últimos dias para absorver o máximo de conteúdo possível?
Para ajudar você, fizemos uma lista com os melhores livros sobre Marketing Digital e Vendas para ler durante essas férias. Comece a ler agora mesmo para iniciar o ano com o repertório muito mais afiado!

1. As 22 consagradas leis do Marketing

 As 22 consagradas leis do Marketing é leitura obrigatória para profissionais de marketing.

O livro de Al Ries e Jack Trout conta as principais leis para quem precisa se adaptar ao novo marketing.

E quem violar qualquer uma delas, pode saber: vai pagar por isso.

2. Marketing de Permissão

Todo profissional de marketing já deve saber que o marketing mudou.

O guru do marketing, Seth Godin, conta em Marketing de Permissão os conceitos essenciais para quem quer vender para um consumidor que mudou.

Ao invés de incomodar seu cliente em potencial, por que não incentivá-lo a aceitar suas mensagens de marketing voluntariamente?

O marketing de permissão é sobre isso. Se você ainda não o faz, não perca tempo e aprenda logo.

3. Marketing 3.0

Que o Marketing é ditado pelos seres humanos, já sabemos até aqui. Mas quais são as forças reais por trás disso?

Phillip Kotler é um dos maiores nomes do marketing mundial e vai explicar exatamente isso.

Mesmo sendo considerado um autor tradicional, ele é um dos principais nomes da área e sempre será referência em marketing no mundo.

Por isso, não deixe de ler Marketing 3.0.

4. A Terceira Onda da Internet

E, para contextualizar essas novas fases do marketing, nada melhor que falar sobre a era que vivemos com a internet nos dias de hoje.

A terceira onda da internet é um livro que trata disso. O autor Steve Case explica que vivemos um período em que os empreendedores transformarão setores como a saúde, educação, transporte e energia e, com isso, as nossas vidas.

O livro explica as habilidades para prosperar nessa época e ajuda a entender o que você precisa fazer para ser um pioneiro na terceira era da internet.

5. Receita Previsível

O aclamado livro de Aaron Ross é obrigatório para quem quer vendas previsíveis. Predictable Revenue é referência no mercado e fala sobre como conseguir a sonhada previsibilidade.

O Predictable Revenue é a estratégia para tornar seu time de vendas capaz de gerar mais Leads, previsibilidade e, com isso, atingir suas metas, sempre.

Vai perder?

A Resultados Digitais disponibilizou gratuitamente o 5º capítulo do livro, onde o autor fala sobre como encurtar o seu ciclo de vendas e aumentar a produtividade da sua equipe.

6. Como o Google funciona

Um bom panorama para quem se interessa em entender sobre inovação, tecnologia e o mercado de trabalho é o livro Como o Google funciona.

A obra do ex-CEO do Google, Eric Schmidt, explica como essa empresa aceitou as mudanças causadas pela tecnologia e focou o seu negócio no capital humano.

7. Big Data

Falando em inovação, um bom profissional de marketing não pode desconhecer termos chave do mercado como Big Data.

Por isso, nossa recomendação é ler o livro de mesmo nome, de Timandra Harkness.

Como funciona Big Data? Como utilizar esse turbilhão de informações? Quais são os limites e potenciais problemas por trás desse conceito?

Aprenda tudo isso — e muito mais! — nesse livro.

8. Vender é humano

Para mais um livro essencial sobre vendas, vamos fixar um conceito importante que é a ideia central de um best seller: Vender é humano.

Daniel Pink entendeu isso e deixou essa obra sobre a arte de influenciar e convencer os outros.

Aprenda com ele e volte das férias sabendo na prática como vender mais e melhor.

9. Web Analytics 2.0

Este livro foi escrito pelo líder de pensamento de análise web Avinash Kaushik!

Web Analytics 2.0  apresenta uma nova estrutura que mudará permanentemente a maneira como você pensa sobre análise.

Resolva desafios como a medição das mídias sociais e campanhas multicanal e aprenda a realmente ouvir os seus clientes.

10. Everybody Writes

Estamos vivendo em um mundo orientado pelo conteúdo. Para Ann Handley, todos nós somos, de alguma forma, escritores.

Daí surgiu a obra Everybody Writes, que é, na verdade, um guia para atrair e reter clientes por meio de nossa comunicação online.

Legal, não? Vale conferir!

11. Marketing na Era Digital

O mercado mudou completamente. Deixamos de ser meros leitores e consumidores de informação para sermos também atuantes e produtores de conteúdo.

Nós também somos geradores de mídia! E as empresas têm que entender isso.

Martha Gabriel entendeu isso e publicou a excelente obra Marketing na Era Digital.

12. Vendas 3.0

Com o mercado cada vez mais acirrado e os clientes cada vez mais exigentes, as organizações começaram a valorizar mais as áreas de vendas a fim de encarar os novos desafios.

Sandro Magaldi escreveu Vendas 3.0 para auxiliar na gestão estratégica de vendas, que tendem a sair cada vez mais de um contexto tático para um estratégico.

13. Guia Prático das Novas Ferramentas Comerciais

Guia Prática das Novas Ferramentas Comercias foi escrito por um conjunto de autores, como Emilia Chagas, André Siqueira e Alex Lima.

Eles escreveram esse livro para ser uma obra de cabeceira de todo empreendedor. Sabemos que a concorrência está cada vez maior, então os autores nos proporcionam uma série de “receitas” para posicionar a sua empresa em um lugar de destaque.

14. Equipes não nascem excelentes, tornam-se excelentes!

Veronica Ahrens entra no mercado literário com uma obra que vai revolucionar a construção de equipes de alta performance.

Em Equipes não nascem excelente, tornam-se excelentes! ela propõe uma série de exercícios para que um gestor desenvolva todos os seus liderados, garantindo, assim, a alta performance.

15. Nada Easy

Tallis Gomes é um grande empreendedor.

Uma daquelas pessoas que, mesmo sendo CEO de uma grande empresa de tecnologia, investe em aprendizado todos os dias. Estuda, lê, consome muito conteúdo e aplica o que aprende.

Ele acredita que errar faz parte. Em Nada Easy, o autor conta sobre tudo o que aprendeu estando à frente da Easy Taxi.

@resultadosdigitais

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Quase metade das compras no varejo é feita por celular

No Brasil, 44% das compras no varejo já vêm dos dispositivos móveis, seja por meio de aplicativo ou web mobile. É o que revela o estudo global Análise do E-commerce no Mundo, que explora o cenário de compras cross-device no terceiro trimestre de 2017. O levantamento foi feito pela Criteo.

De acordo com a pesquisa, os pedidos feitos em aplicativos já chegam a 16%, enquanto via web mobile somam 28%. O desktop ainda sai na frente com 56%, entretanto, o relatório revela que 16% das vendas concluídas no canal são precedidas de um clique no ambiente móvel. No total, 31% das transações pós-clique em desktop são iniciadas em outro dispositivo.

“Os consumidores de hoje são ativos em todos os ambientes de navegação e compram a qualquer hora, de qualquer local. Conhecê-los é vital para planejar uma estratégia eficiente”, explicou Alessander Firmino, diretor geral da Criteo para o Brasil e Latam.

Mobile em ascensão

No Brasil, a web mobile está consolidada e os smartphones seguem ganhando relevância quando o assunto são compras online. No terceiro trimestre de 2017, houve um aumento de 51% nas transações realizadas através de celulares (apps excluídos) em relação ao mesmo período do ano anterior. Em compensação, os pedidos feitos via tablet tiveram queda de 39%, enquanto os feitos via desktop caíram 12%.

As categorias mais vendidas no ambiente móvel, sem considerar transações feitas através de aplicativos, foram: Cultura/Mídia (35,4%), Grandes Redes Varejistas (35%), Saúde/Beleza (34,7%), Fashion/Luxo (32,6%), Produtos para o lar (22,9%), Computação/Tecnologia (22,8%).

Quando e onde impactar o consumidor

As descobertas do relatório apontam para a necessidade de varejistas e marcas investirem em estratégias cross-device para engajar os consumidores. Segundo o levantamento, clientes identificados em diferentes dispositivos durante a jornada de compra gastam em média 22% a mais.

O estudo também procurou entender em que momento os consumidores usam cada dispositivo. As compras feitas por desktop lideram durante o horário comercial, entre 9h e 18h. Já os dispositivos móveis são mais utilizados durante à noite e aos finais de semana.

“Diante de todos os dados, é importante ter em mente que uma estratégia de marketing bem sucedida deve focar no cliente e não no dispositivo. A jornada de compra é complexa e é necessário entender onde e quando encontrar esse consumidor para interagir com ele no momento certo, de forma relevante, para gerar engajamento e, claro, vendas”, conclui Firmino.

Metodologia do estudo

O estudo Análise do E-commerce no Mundo analisou bilhões de transações anuais e mais de 5.200 varejistas globalmente, todos clientes da Criteo.

@ecommercebrasil

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Três em cada dez brasileiros pretendem comprar na Black Friday, revela pesquisa

Levantamento do Serasa Consumidor, braço da Serasa Experian voltado ao cidadão, mostra que três em cada dez brasileiros pretendem comprar nesta Black Friday. Desse total, 90% acreditam que deve conseguir bons descontos na data. A pesquisa realizada no serviço de atendimento da Serasa ouviu 4301 pessoas em todo o país, entre 17 de outubro e 24 de outubro.

O estudo ainda revela que 79% costuma pesquisar o histórico de preço antes de fechar a compra. Eletroeletrônicos são os itens mais desejados pelos consumidores, com 37% da preferência, seguido por roupas, calçados e acessórios (21%), telefonia (18%), informática (14%), viagens (6%). Outros itens, como material de construção, brinquedos, entre outros, totalizam 5%.

A maior parte (41%) pretende gastar acima R$ 1000,00 nas compras durante a Black Friday, enquanto 28% aponta gasto entre R$ 201,00 e R$ 999,00. Os consumidores que pretendem gastar entre R$ 101,00 e R$ 200,00 totalizam 11%, e 12% opta por valores entre R$ 51,00 R$ 100,00. Apenas 5% afirma ter intenção de gastar até R$ 50,00.

Dos entrevistados, 72% disseram que pretendem comprar em loja física, 27% pela internet e 1% não soube responder. Sobre os cuidados com segurança online na hora de fazer compras na Black Friday, a grande maioria afirma ter cuidado: 87% responderam que verificam se o site é seguro antes de efetuar a compra.

“O consumidor está cada vez mais atento aos sites nos quais efetua suas compras durante a Black Friday. Por isso, é essencial que os ecommerces sérios tenham um certificado de segurança, que é aquele que garante que o endereço começará com https, e não apenas http”, afirma Mauricio Balassiano, diretor de certificação digital da Serasa Experian. “Neste caso, o S significa que o site está seguro”, orienta.

Confira abaixo as dicas que os especialistas da Serasa Experian fizeram para aproveitar a data com segurança e sem sair do orçamento:

1)   Diferencie desejo/impulso de compras verdadeiramente necessárias.

2)  Lembre-se de que compra deve caber no seu orçamento e não deixe de colocar as contas na ponta do lápis antes de realizar a compra: faça as contas de todas as dívidas que já possui e os gastos que devem entrar nos próximos meses.

3)  Cuidado com longos parcelamentos para não comprometer ainda mais a renda. O fim do ano está próximo e, neste período, os gastos aumentam ainda mais. Lembre-se da proximidade com o Natal, além dos gastos de início de ano, como IPVA, IPTU, material e matrícula escolar, despesas com viagens, etc.

4)    Cuidado ao usar o cartão de crédito. Ele dá a falsa sensação de que você não está gastando. Verifique na fatura o valor total das compras antigas antes de fazer uma nova dívida. Além disso, o pagamento integral da fatura é a melhor maneira de usar esse meio de consumo. Evite utilizar o pagamento rotativo.

5)    Antes de aproveitar as ofertas online, veja se o site é seguro: antes de inserir seus dados ou efetuar uma compra, verifique se o site possui um certificado de segurança, que criptografa os dados enviados. É só observar o endereço na barra de endereço: os sites protegidos iniciam com https. Em alguns casos, a barra de navegação fica verde.

6)    Verifique se seu computador está protegido: faça uma avaliação online para constatar se o seu PC é uma porta de entrada para possíveis roubos de dados. Os especialistas da Serasa desenvolveram um teste fácil e rápido, basta clicar neste link e responder as questões: https://serasa.certificadodigital.com.br/teste-de-fraude/

7)    Atenção com e-mails e ofertas anunciadas nas redes sociais: nessa época do ano é comum receber mensagens que pedem para clicar em uma oferta de produto com valor abaixo do mercado. No entanto, pode ser uma tentativa de roubo de dados para serem utilizados em fraudes de identidade. Na dúvida, entre direto na loja virtual e verifique se o site é seguro, conforme a dica 9.

8)   Cuidado ao se conectar antes de efetuar a compra: seja via smartphone, tablet ou notebook, evite uma rede wi-fi aberta ao realizar transações financeiras.

9)   Após as compras, sempre faça log off, principalmente ao usar computadores compartilhados, para evitar que seus dados sejam acessados por terceiros.

@ecommercebrasil

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Agora você pode compartilhar sua localização em tempo real pelo Whatsapp

O WhatsApp começou a liberar nesta terça-feira, 17, um novo recurso para seus usuários no Android e no iOS. Agora é possível compartilhar sua localização em tempo real em conversas particulares e em chats de grupo pelo aplicativo.

A novidade aparece no mesmo lugar que a antiga função de compartilhar localização. Basta tocar no ícone de anexo (um clipe de papel) e tocar na opção “Localização”. A partir de agora, em vez de enviar uma coordenada que abre no Google Maps um local estátivo, é possível compartilhar o sinal do seu GPS com seu contato.

Ao receber a localização, o remetente pode acompanhar a sua movimentação e ver onde você está em tempo real, caso esteja se deslocando, por exemplo. Dá para escolher o prazo pelo qual seus contatos terão acesso a essa informação: 15 minutos, uma hora ou oito horas.

O mapa em tempo real agora é aberto dentro do próprio WhatsApp, sem precisar abrir o Google Maps – embora o API continue sendo o do Google. Num chat em grupo, é possível ver ao mesmo tempo a localização de todos os participantes (que aceitarem compartilhar) também em tempo real.

Se você enviar sua localização para alguém e quiser interromper a transmissão, também pode fazer isso a qualquer momento, mesmo que o prazo definido ainda não tenha acabado. Zafir Khan, gerente de produto do WhatsApp, explicou em entrevista ao Olhar Digital que esse compartilhamento de GPS também é criptografado, como qualquer mensagem enviada pelo app.

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O novo recurso também pode ser ajustado na página de configurações do WhatsApp por quem quiser proibir certas pessoas de visualizarem sua localização numa conversa em grupo, por exemplo. A novidade começa a ser liberada a partir desta terça para todos os usuários que estiverem com a versão mais recente do WhatsApp instalada.

@olhardigital

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Startup Vooozer lança ferramenta para internauta ‘ouvir’ o site

Você já se viu sem tempo para ler artigos e textos do seu interesse na internet? Provavelmente sua resposta é “sim” e, segundo pesquisas, mais de 70% das pessoas com acesso à internet passam por essa mesma dor.

Foi pensando nisso que a startup Vooozer foi criada no fim de 2016, com o objetivo de facilitar e impulsionar o consumo de conteúdo online através do áudio. A ideia é simples: se falta tempo ou disposição para uma pessoa ler, ela poderia ouvir textos.

A proposta não é que todos textos da internet sejam substituídos por áudio, pelo contrário. A plataforma desenvolvida pelo Vooozer incentiva a convivência do conteúdo em texto junto com a versão em áudio. Como nesta própria notícia.

Já que um texto que demora algumas horas a ser escrito e pode ser narrado e publicado em menos de dez minutos, existe um forte custo-benefício para os sites oferecerem tal opção. Assim, seus visitantes podem consumir conteúdo em áudio enquanto dirigem, arrumam a casa, passeiam com o cachorro, entre outros. Se preferirem, a opção da leitura seguirá presente.

Grandes referências do mercado já publicam conteúdos em áudio pela plataforma de áudio da startup, como Catraca Livre, Resultados Digitais, Rock Content e Papo de Homem. Para trabalhar com essas empresas de alto calibre, o Vooozer adota uma filosofia de feedback constante. “Com a Resultados Digitais, por exemplo, desenvolvemos uma ferramenta de captura de lead pelo player, como nesse artigo” explicou Albert, CEO do Vooozer.

“Não somos um aplicativo. Somos uma plataforma de áudio com solução completa para blogs e sites em geral. Na plataforma, sites podem narrar seus artigos a serem publicados, fazer upload de arquivos ou até mesmo contratar narrações pelo nosso marketplace de narradores amadores e profissionais ou por pacotes mensais”, afirmou. “Os visitantes do site não precisam baixar nenhum aplicativo e nem se cadastrar. Eles escutam o conteúdo diretamente pela página, seja no desktop ou no mobile”, complementou Albert.

Segundo testes realizados pela startup junto a parceiros, textos que acompanham uma versão em áudio tiveram mais engajamento dos usuários, que, ao consumirem a versão em áudio, passaram mais tempo nas páginas, comentaram nos artigos ou até mesmo compartilharam em redes sociais apontando a opção do áudio. Para comprovar e acompanhar tais resultados, a empresa oferece um dashboard com estatísticas de desempenho dos conteúdos em áudio e relatórios que cruzam dados dos áudios com indicadores do Google Analytics.

“A receptividade do mercado tem sido bastante positiva. Estamos encontrando diversos sites dispostos a inovar e oferecer mais comodidade ao seu público. Para nós, a conquista dos primeiros testes com o E-commerce Brasil tem um gosto especial, pois acompanhamos o portal há alguns anos.”, comentou Albert.

Atualmente a plataforma é gratuita nos primeiros meses de uso e é possível encontrar mais informações sobre a empresa e seus serviços no site www.vooozer.com.

@ecommercebrasil

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57% dos consumidores devem presentear no Dia dos Pais

Embora os brasileiros ainda estejam sensíveis aos efeitos da recessão e do desemprego, o percentual de pessoas que devem ir às compras no Dia dos Pais é maior neste ano do que em 2016. É o que mostra levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais.

Segundo a pesquisa, 57% dos brasileiros têm a intenção de comprar presentes na data, o que representa um contingente aproximado de 86,1 milhões de consumidores. Os que não manifestaram a intenção de comprar presentes somam 41% da amostra e os que ainda não sabem são 2%.

Em 2016, o percentual de brasileiros que presentearam os pais foi de 49%, de acordo com o estudo.

Os dados sugerem cautela do brasileiro na hora de ir às compras, já que a maior parcela dos entrevistados que irão presentear (38%) pretende gastar o mesmo valor desembolsado em 2016 e 26% planejam até mesmo diminuir os gastos.

A sondagem indicou que apenas 13% dos consumidores planejam gastar mais do que há um ano. “Como a maior parte dos brasileiros não deverá ampliar seus gastos, cabe aos varejistas compreender as limitações financeiras dos consumidores a fim de estimulá-los às compras”, afirmou o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Entre quem planeja gastar menos, as principais razões são o orçamento apertado (43%), a intenção de economizar (35%) e o cenário instável da economia do país (31%), que acaba afetando a confiança do consumidor em comprometer a renda com a aquisição de presentes.

Há ainda 20% de pessoas que têm outras prioridades financeiras e 10% que tiveram redução salarial. Entre os que vão gastar mais neste ano, 59% pensam comprar um presente melhor, mas 45% acham que vão desembolsar mais porque os presentes encareceram de um ano para o outro.

Ticket médio

Entre as pessoas que vão às compras, o valor gasto com o total de presentes será, em média, de R$ 125, valor que diminui para R$ 111 quando considerados somente os consumidores das classes C, D e E. A maioria (81%) dos compradores deve adquirir apenas um presente. Com isto, o SPC Brasil e a CNDL estimam que as compras do Dia dos Pais devem movimentar aproximadamente R$ 10,7 bilhões nos setores do comércio e serviços.

A pesquisa ainda mostra que seis em cada dez (57%) consumidores têm a percepção de que os presentes estão mais caros neste ano, sendo que para 77% destes, a crise econômica fez os preços aumentarem. Já para 37%, eles estão na mesma faixa de preço.

Bem informados

Com a perspectiva de economizar na hora da compra, 58% dos consumidores disseram que vão realizar pesquisas de preço antes de adquirir o presente. Outros 10% vão dividir as compras com outra pessoa, geralmente um irmão, a mãe ou algum familiar.

Segundo o levantamento, mais de um quarto (25%) dos consumidores que manifestaram a intenção de comprar presentes neste ano está com alguma parcela atrasada e 21% se encontram até mesmo com o nome sujo.

Forma de pagamento

No Dia dos Pais deste ano, os itens mais procurados para quem vai presentear serão as roupas (40%), perfumes e cosméticos (16%) e calçados (16%).

Em seguida, aparecem os acessórios masculinos, como cintos, óculos, carteiras e relógios (14%), vale-presentes (4%) e as comemorações em restaurantes (4%).

A pesquisa também mostra um percentual relevante de indecisos: um em cada cinco entrevistados (22%) não sabe ou ainda não decidiu o que pretende comprar para o pai. As pessoas mais presenteadas neste ano devem ser os pais (56%), esposos (14%), pai dos filhos (8%), filhos (7%) e sogros (6%). Há ainda 4% de entrevistados que devem se auto presentear.

Com relação à forma de pagamento, a maioria dos entrevistados (75%) mostra preferência pelo pagamento à vista, seja em dinheiro (66%) ou cartão de débito (9%). O pagamento via cartão de crédito, seja em parcela única ou mais de uma parcela, será escolha de 16% em ambos os casos. Entre aqueles vão dividir o pagamento, a média será de três prestações.

O shopping center se destaca como o principal local de compra para 35% dos entrevistados. Logo em seguida estão as lojas de rua (18%), shoppings populares (9%) e lojas de departamento (9%). Já as lojas online devem ser a preferência de apenas 2% dos compradores, segundo a pesquisa.

Por outro lado, tanto as previsões da Ebit quanto da Abcomm mostram crescimento do e-commerce nesse Dia dos Pais.

O levantamento indica que a procura pelo presente dos pais deve se intensificar pelos próximos dias: 41% dos entrevistados disseram que vão deixar a compra do presente para esta primeira semana de agosto e 34% só o farão no sábado, véspera do Dia dos Pais.

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Tour do Vinho: 5 lugares para conhecer perto de Curitiba

O frio em Curitiba é um forte atrativo para turistas que pretendem viver experiências próprias da estação, como curtir a boa gastronomia. Para quem quer fugir do roteiro tradicional, uma dica é aproveitar o Enoturismo oferecido pela Região Metropolitana, que alia apreciação e conhecimento da cultura do vinho. Confira 05 lugares que você pode visitar:

Cave Colinas de Pedra

Localizada em Piraquara, a 30 km do centro de Curitiba, oferece visitas e degustação em um túnel desativado da Estrada de Ferro. No local, são mantidas mais de 10 mil garrafas de vinhos espumantes vindos do Rio Grande do Sul para maturação. Além do passeio, o local oferece almoço nos sábados e domingos dentro de uma antiga estação de trem.

Vinícola Legado

Em Bateias, a 30,5 km do centro de Curitiba, é possível fazer tour guiado pela vinícola, que produz espumantes, vinhos e suco de uva. Os visitantes também têm a oportunidade de fazer piquenique em meio às vinhas.

Vinícola Araucária

Fica em São José dos Pinhais, a 40 km do centro de Curitiba. Vale a pena fazer uma das visitas guiadas com o acompanhamento de um enólogo, que apresenta as fases da produção do vinho, desde o cultivo até as diferentes etapas de vinificação, encerrando com a degustação dos rótulos produzidos. Para compor o passeio, é possível almoçar e colocar em prática os conhecimentos adquiridos na visita, com a harmonização da bebida.

Vinícola Família Fardo

Localizada em Quatro Barras, a 30 km do centro de Curitiba, eles organizam visitas pela estrutura local, para conhecer a história da vinícola, os equipamentos, os processos de produção da bebida, finalizando com a prova do produto.

Vinícola Franco Italiano

Em Colombo, a 16 km do centro de Curitiba, oferece a oportunidade de visitar a vinícola e serve almoço nos finais de semana. Possui regularmente cursos específicos para os mais interessados.

Todas trabalham com reservas antecipadas.

@curitibacult

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Lançamento da ferramenta inteligente de queda de preço para e-commerces já faz sucesso.

Social Miner, plataforma de People Marketing do grupo E-Commerce Brasil, lançou essa semana uma ferramenta inteligente de queda de preço para e-commerces. A startup, que usa machine learning e big data para ajudar e-commerces a vender mais, desenvolveu uma solução que mistura tracking do comportamento de compra do consumidor com estratégia de pricing.  

O objetivo da nova ferramenta, batizada de Price Drop, é identificar com quais produtos um consumidor engajou em um determinado período de tempo e, a partir de então, acompanhar a variação de preço desses produtos. Caso o preço caia, o consumidor será notificado.

“Ferramentas de monitoramento de preço existem aos montes no mercado, mas ainda faltava uma solução de marketing que fosse além e entendesse qual o melhor momento e a melhor mensagem para cada consumidor”, explica Felipe Moreno, head de Performance da Social Miner.

Além de conseguir definir o percentual de variação de preço, o varejista também poderá escolher os melhores tipos de campanha para sua estratégia, focando na queda de preço de produtos ou marcas específicas, de categorias – alertando, por exemplo, sobre a variação de preço de notebooks – ou promoções gerais em todo o site.

Outro ponto inovador é que a ferramenta consegue monitorar de forma automática o último preço visto por cada consumidor. Dessa forma, ninguém corre o risco de receber uma campanha inconveniente que anuncie um preço mais alto do que o que já viu para um mesmo produto. “Grande parte das soluções que existem hoje no mercado dependem de XML. Apesar de ser uma solução muito usada, essa tecnologia ainda possui erros e atrasos na atualização, além de estar sujeita  a erros manuais. A gente queria evitar prejuízos para o faturamento do e-commerce e, ao mesmo tempo, garantir uma experiência melhor para os consumidores”, conta Felipe Moreno.

A campanha de queda de preço poderá ser aplicada em  todos os canais off-site da plataforma Social Miner, como e-mail, notificações de Facebook ou notificação Push para Desktop e Mobile.

A Social Miner já trabalha com os maiores players do varejo, como Magazine Luiza, CVC, Submarino Viagens e Natura e está oferecendo um trial dessa nova funcionalidade. Para os interessados em fazer o teste, basta se cadastrar nesse link e conversar com os especialistas da empresa.

@ecommercebrasil

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10 anos de iPhone

Há 10 anos, exatamente no dia 29 de junho de 2007, as vendas do primeiro iPhone eram iniciadas nos Estados Unidos. O smartphone da Apple, lançado seis meses antes, já contava com fãs fiéis em filas mesmo em sua primeira edição. Isso provavelmente graças a revoluções que implementou – e que agora parecem coisas banais.

Na apresentação do primeiro iPhone, Jobs brincou inicialmente dizendo que apresentaria um iPod com multitouch (ainda havia muito o foco de “é um iPod com telefone”), um revolucionário celular e um novo sistema de comunicação pela internet. Pouco depois, ficou claro que tudo fazia parte de um produto só, já deixando a plateia espantada.

A reação do público que assistia ao evento na MacWorld 2007 é hilária em alguns pontos atualmente. Os espectadores se espantam e admiram, por exemplo, quando Jobs passa o dedo pela tela para desbloquear o telefone – como é em todos atualmente. O mesmo ocorre quando o cofundador da Apple desliza pela tela para ver a lista de músicas.

Quando Steve Jobs mexe na galeria, então, o espanto foi geral. Primeiro, quando ele simplesmente gira o celular para mostrar a foto em modo retrato ou paisagem – e ela simplesmente se adequa à tela. Surpresa maior só quando os deds são usados em formato de pinça para dar zoom na imagem. Quem diria, né?

Pensando com a mente atual, os espantos do público com coisas banais parece incrível. Mas, se você tem mais de 15 anos, tente lembrar como eram os “smartphones” antes do iPhone. Pois é, a perplexidade de todos com o que foi apresetado era bastante justificável.

Jobs até tirou sarro de rivais

Na apresentação, o ex-CEO da Apple ainda tira sarro de celulares da época. Alguns deles já eram chamados de “smart”, mas Jobs cita que parecem bebês em comparação com a capacidade do iPhone. No fim das contas, estava certo.

Houve espaço para brincadeira com teclados físicos e botões físicos (“se você tem uma ideia brilhante daqui a seis meses, não tem como mudar”, disse Jobs). Até a caneta Stylus foi ironizada (“quem quer uma?”). Para tristeza de Jobs, a Apple lançou nos últimos anos sua caneta própria para ser usada em iPads.

O curioso é que o primeiro iPhone teve exaltações à parceria com o Google para o aplicativo (na época chamado só de “widget”) de mapas e para buscas. Até o CEO do Google na época, Eric Schmidt, subiu ao palco. Ironicamente, a empresa criaria mais tarde o Android, que se tornou o grande rival do sistema operacional do iPhone.

E olha que durante a conferência Jobs exaltou, para delírio da plateia, que havia patenteado a tecnologia de multitouch. Não adiantou muito e todos os celulares futuros passaram a ser no molde do iPhone – mas isso rendeu processos milionários de violações de patentes, como o movido pela Apple contra a Samsung.

Filas, elogios e críticas desde o primeiro dia

Da mesma forma, havia filas de pessoas acampadas em frente a lojas da Apple para conseguir testar o primeiro celular. Os pouco testados até então, contudo, não ficaram imunes a críticas.

Na época, jornalistas citaram que “o iPhone é incrível” e merece a atenção recebida, mas “não é perfeito”. Entre os defeitos, são citadas a falta de um cartão de memória (a Apple se recusa a colocar até hoje, ao contrário das concorrentes) e o fato de não ter conexão móvel 3G – ele era apenas 2G e isso tornava a conexão móvel bem lenta.

Com críticas ou não, o iPhone rapidamente revolucionou o mundo e transformou a vida digital – o ambiente móvel cada vez mais obteve avanços e ganhou campo em relação ao desktop. Para a Apple, foi o gatilho final para tirar a companhia de nichos e ficar na boca do povo com produtos de bens de consumo – algo que já havia sido iniciado com o também revolucionário iPod.

@tecnologiauol

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Porque usar Telegram?

O Telegram é um dos melhores aplicativos de mensagens do momento, e muitos argumentam que ele é o melhor. Infelizmente para seus desenvolvedores, no entanto, o app só é lembrado quando o WhatsApp enfrenta dificuldade, como algum bloqueio no Brasil ou quando o serviço cai por qualquer motivo.

Sim, a base de usuários do Telegram é incomparavelmente menor do que o mais de 1 bilhão de usuários do WhatsApp, mas isso não quer dizer que ele seja inferior. Vários recursos bons e que fazem diferença no aplicativo simplesmente não existem na concorrência.

Multidispositivo

Quer se conectar ao Telegram em três celulares, no seu tablet, no seu PC e tudo mais ao mesmo tempo? Você pode. Similar ao Messenger, do Facebook, você pode usar o serviço em diversas plataformas ao mesmo tempo, enquanto o WhatsApp ainda é profundamente limitado ao celular.

Versão web independente

O WhatsApp Web foi uma resposta a um anseio antigo da base de usuários, mas ele não deixa de ser uma gambiarra, que obriga o usuário a manter o celular ligado e conectado à internet o tempo todo para usar o recurso no PC. O Telegram não tem essa limitação; sua conta funciona de forma independente do dispositivo, o que significa que, se a bateria do celular acabar, você ainda pode acessar suas conversas em outros aparelhos.

Grupos gigantescos

O Telegram possui uma vantagem em relação aos grupos do WhatsApp. Ele permite muito mais usuários participando da mesma conversa, o que é ótimo para grupos públicos temáticos. Enquanto o Telegram permite 5.000 pessoas participando do chat, o WhatsApp está restrito a 256.

Pagamentos 

Um recurso liberado recentemente. Agora, o Telegram também é uma plataforma de pagamentos, permitindo que usuários enviem dinheiro uns para os outros por meio do aplicativo. Já foi especulado que o WhatsApp deve ganhar esse recurso em breve, mas por enquanto isso ainda não existe.

Chats secretos

Para quem quer ter um pouco mais de controle sobre a conversa, o Telegram também é melhor que o WhatsApp com seus chats secretos. Embora ambos possuam criptografia de ponta a ponta, que é indispensável para qualquer conversa que queira ser totalmente privada, o Telegram também tem a opção de mensagens que se autodestroem após algum tempo.

 

Via olhardigital