A Consumer Electronics Show (CES) deste ano terminou no último fim de semana e na maior parte de sua apresentação o destaque foi a tendência do que esperar no futuro.

A proposta do mercado tecnológico para 2020 é sem dúvidas: avanço. Mais celulares 5G, novas TVs para assistir a mais canais de streaming e computadores e notebooks equipados com chipsets com muito mais velocidade de processamento.

 

No entanto, se nos Estados Unidos algumas operadoras já trabalham com redes 5G, no resto do mundo a tecnologia ainda engatinha. Enquanto isso, a indústria trabalha para lapidar seus celulares 5G, ainda grandes demais por conta, principalmente, da bateria. A Apple (historicamente, a marca da inovação) parece ainda em compasso de espera para ver como o mercado amadurece a tecnologia antes de lançar um iPhone com a quinta geração de internet. Em contrapartida, parece que 2020 será o ano em que os smartphones dobráveis se tornarão não mais uma novidade, e sim uma opção entre tantos dispositivos.

 

Para TVs, a tendência é que durem um pouco mais que smartphones, com aparelhos relevantes tecnologicamente por alguns anos. O HDMI 2.1 deve ser adotado por toda a indústria, e a taxa de atualização de 120Hz deve ser padrão em TVs de 4K; e espera-se a otimização para a próxima geração de consoles de jogos da Microsoft e da Sony.

 

A batalha dos canais de streaming deve continuar em 2020, assim como seu efeito imediato, na pirataria e seu combate. HBO Max, Peacock e Quibi têm planos de lançar canais próprios, enquanto Disney+ e Apple TV+ continuam a abrir espaço entre os canais que entraram no fim de 2019. A produção de conteúdo original, mesmo sofrendo alguns tropeços em 2019, deve ser ainda mais forte. Logo no início do ano, a Apple TV+ contratou a Eden Productions, do ex-CEO da HBO, Richard Plepler, para um novo estoque de filmes, séries e documentários originais.

 

A grande revolução que se espera em 2020 está dentro de PCs e notebooks: seus chips. A chegada do Tiger Lake ao mercado, na terceira geração de chips 10 nm da Intel, vai significar não apenas grandes variações de especificações nos dispositivos já existentes como também máquinas que aproveitem os novos processadores nos quesitos energia e vida útil da bateria.

 

Também, os PCs dobráveis e de tela dupla que rodam Windows foram tendência na CES 2020, criando para si toda uma nova categoria. Seguindo a tendência alavancada pela Dell, a Microsoft já começou a campanha do Surface Duo, trabalhando em um sistema operacional Windows 10X sob medida.

 

– Fonte: TecMundo

Cinco tendências tecnológicas para ficar de olho em 2020, que podem transformar seu trabalho

Em vista da rápida e positiva adoção de tecnologias emergentes, como Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning (ML) – juntamente com outros fatores – Dan Hushon, vice-presidente sênior e diretor de tecnologia da DXC Technology, como parte de sua previsão anual, listou cinco tendências tecnológicas que estão prontas para transformar o futuro do trabalho a partir de 2020.

1. IA redefine serviços profissionais: a IA tem revolucionado profissões em áreas como jurídico, contabilidade, saúde e educação, democratizando o acesso a dados e serviços especializados, além de estender a customização e serviços personalizados a uma ampla base de clientes por meio de agentes inteligentes de baixo custo.

2. O design thinking muda de serviços de TI focados em pessoas, para serviços de TI focados em máquinas: o design thinking dos sistemas está mudando à medida que os serviços de TI estão sendo construídos cada vez mais para a interação máquina a máquina, o que deverá expandir ainda mais a “The Matrix” – infraestrutura de TI inteligente e abrangente, além da nuvem, que inclui computação de ponta, plataformas de Internet das Coisas (IoT), machine learning, realidade aumentada / realidade virtual e muito mais.

3. O valor dos dados aumenta nos ecossistemas: os ecossistemas de dados florescem à medida que adotam mecanismos de confiança que validam o direito de compartilhar de um indivíduo e o direito de consumir de uma empresa. Em vista que as empresas estão reunindo dados nos ecossistemas para alcançar resultados que beneficiam tanto o indivíduo quanto a empresa.

4. Equipes, e não estrelas, são os de alto desempenho: em 2020, as empresas tendem a reconhecer que alcançar todo o seu potencial significa desenvolver e nutrir uma rede de equipes interconectadas e de alto desempenho. Começando por se auto reestruturar buscando expandir os vínculos da equipe em toda a organização.

5. Nova onda de líderes conhecedores de tecnologia acelerando a transformação dos negócios: uma mudança na liderança dos negócios ganhará impulso em 2020, à medida que os mercados orientados à tecnologia proliferarem e novos líderes advogarem tecnologias que possam melhorar a velocidade da empresa, agilidade, produtividade e vantagem de inovação.

Fonte: Infor Channel

Certidão digital? Primeiro bebê é registrado via Blockchain no Brasil

Uma criança nascida em 8 de julho teve sua certidão emitida pela rede Notary Ledgers, usando tecnologia blockchain da IBM, que inicialmente era para ser apenas um teste.

Álvaro de Medeiros Mendonça nasceu no Rio de Janeiro, e uma pessoa da equipe de parto declarou o horário na ferramenta da Groth Tech – que utiliza o sistema de blockchain da IBM – depois, o pedido de registro foi feito e a identidade digital da criança foi criada com a validação de dados pessoais e reconhecimento facial.

Para que o registro fosse possível, a empresa Notary Ledgers, da Grow Tech, fez uma parceria com o 5º Registro Civil de Pessoas Naturais da Cidade do Rio de Janeiro e o hospital onde o parto foi realizado, a Casa de Saúde São José, hospital na Zona Sul da cidade, onde Álvaro nasceu – a Notary Ledgers é uma plataforma que justamente fornece serviços de cartório através da tecnologia de blockchain da IBM.

O teste piloto foi realizado durante três dias, e a ferramenta demora, no máximo, 15 minutos para emitir a certidão, de acordo com o CEO da Growth Tech, Hugo Pierre.

“Embora algumas maternidades já possuam unidades de cartório, a emissão não é algo simples”, disse Pierre. “Em muitas situações, o pai precisa enfrentar filas que chegam a durar 4 horas, principalmente em hospitais públicos, com grandes números de nascimentos por dia”, explicou.

No momento, a ideia é expandir o serviço e oferecer para mais maternidades. Caso tenha grande número de aceitações, a companhia pensa em oferecer registro de imóveis e certidões de casamento, que também não são tarefas fáceis no país.

– Fonte: Canal Tech

Facebook anuncia ferramentas de transparência para anúncios

Usuários poderão ver os anúncios ativos que uma determinada página veicula e também acessar um arquivo com anúncios de cunho político durante o período pré-eleições

O Facebook anuncia nesta quinta-feira, 28, uma série de medidas para melhorar a transparência em relação a anúncios e páginas na plataforma. A partir de agora, os usuários podem ver, na seção “informações e anúncios”, os anúncios ativos que uma determinada página veicula no Facebook, Instagram e Messenger, mesmo que a peça não apareça em seu feed.

Com a novidade, é possível acessar réplicas dos anúncios e reportar práticas suspeitas por parte de anunciantes. A plataforma também anunciou que lançará no Brasil em julho uma ferramenta de categorização de anúncios políticos. Através dela, os responsáveis por campanhas eleitorais poderão se registrar na plataforma e marcar anúncios de cunho político.

Os usuários, por sua vez, poderão ver anúncios desta categoria em um arquivo específico na plataforma. O objetivo das novas ferramentas é oferecer mais informações sobre a origem dos anúncios e evitar práticas abusivas por parte de anunciantes online.

Via: @meioemensagem

E-commerce deve crescer 15% em 2018

O e-commerce brasileiro deve crescer 15% em 2018 em relação ao mesmo período do ano passado, com previsão de faturamento de R$ 69 bilhões. O ano pode registrar mais de 220 milhões de pedidos nas lojas virtuais, com um tíquete médio de R$ 310. Em 2017, o e-commerce obteve faturamento de R$ 59,9 bi e fechou com 203 milhões de pedidos e um tíquete médio de R$ 294. Os dados são da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

De acordo com o relatório da associação, a dependência das lojas de e-commerce em grandes marketplaces, como Americanas, Submarino e Amazon, é evidente em quase todas as categorias de compra, já que 31,5% das vendas são efetuados neste canal. O Sul é a região com a melhor taxa de conversão média (1,5%).

Reginaldo Stocco, cofundador da VHSYS, startup que fornece solução tecnológica para gestão empresarial, confirma a tendência e afirma que ferramentas de integração com grandes lojas virtuais aliadas a softwares de gestão de vendas devem ditar o mercado. “Os números apontam para os marketplaces e o principal impulsionador das compras online continua sendo a comodidade, tanto para quem compra quanto para quem vende. Os pedidos precisam ser faturados com mais rapidez, o estoque precisa ser controlado com exatidão, o controle de entrada e saída de dinheiro do caixa precisam ser feitos com segurança. Ferramentas de integração acabam conectando os lojistas com os principais marketplaces e oferecem softwares para controle de venda e gestão”, diz.

As categorias que mais dependem de vendas por marketplaces são eletroeletrônicos, cama, mesa e banho, ferramentas e produtos para bebês/crianças. Os canais com menor porcentagem de vendas são moda e acessórios, sexshop e móveis para a casa.

Smartphone

Com a maior presença dos smartphones, a parcela de compras por dispositivos móveis cresceu de 22% para 31% entre 2016 e 2017. O desktop ainda predomina, mas de acordo com o relatório da ABComm, o mobile deverá crescer rapidamente em até quatro anos e será o principal dispositivo em acesso e conversão.

Taxa de conversão

O Sul é a região com a melhor taxa de conversão média (1,5%), seguido do Sudeste (1,4%), Centro-Oeste (1,3%) e Norte (1,0%). O Nordeste tem a menor taxa de conversão, com 0,9%.

Sazonalidade

O número de pedidos está mais concentrado no 2º semestre, com 55,2% das vendas do ano de 2017. O mês com maior número de pedidos foi novembro, que concentra as vendas da Black Friday e do Natal.

Os meses com menor número de pedidos são janeiro e fevereiro, por causa das férias escolares do verão.
De acordo com relatório da ABComm, a categoria com mais itens por pedido foi a de alimentos e bebidas, que considera as vendas de supermercados (15,7 itens por pedido), seguida de ferramentas, com 10,5 itens por pedido.

 

@ecommercebrasil 

Apple vai lançar serviço de pagamentos com iPhone no Brasil

Durante a divulgação de resultados do último trimestre, Tim Cook, CEO da Apple, anunciou que o serviço de pagamentos com iPhones, chamado Apple Pay, estará disponível no Brasil nos próximos meses.

Em lojas físicas, a comunicação com terminais de pagamento comuns, as maquininhas de cartão, acontece graças a uma tecnologia chamada NFC (comunicação de proximidade).Encostando seu iPhone no terminal e autorizando a transação, o pagamento acontece.

A autenticação por impressão digital ou por identificação de rosto–no caso do iPhone X–é a senha que você precisa usar no Apple Pay. O serviço também pode ser usado para realizar compras online.

Rival, a Samsung também conta com o Samsung Pay, lançado no Brasil em meados de 2016 com parceria com diversos bancos, como Bradesco e Santander. Como diferencial, a Apple chegará com parceria com o banco Itaú, como mostra o site brasileiro do Apple Pay.

Os iPhones compatíveis com o Apple Pay são os modelos 6 ou superiores.

Ainda não há uma data definida para o lançamento do serviço de pagamentos por iPhone no Brasil.

@abrilexame

Correios lançam consulta de encomendas a partir de CPF ou CNPJ

Os Correios lançaram, nesta quinta-feira (25), uma nova ferramenta que, segundo a estatal, permitirá aos usuários o acompanhamento de suas encomendas e objetos registrados por meio de seu CPF ou CNPJ, dispensando a obrigatoriedade de informar o código do objeto.

Com a nova funcionalidade, gratuita, o cliente poderá informar apenas o seu CPF ou CNPJ e acessar todas as encomendas em que seja remetente ou destinatário.

“Atendendo a uma demanda antiga dos nossos clientes, criamos uma ferramenta que irá melhorar a experiência de quem usa os serviços dos Correios. Agora, basta informar o número do CPF para saber o andamento de uma encomenda”, afirmou o presidente dos Correios, Guilherme Campos, em comunicado da empresa.

Como funciona

Para realizar a consulta, devem ser informados os CPFs do remetente e do destinatário no momento da postagem do objeto em uma agência dos Correios. Após a postagem, a qualquer momento, o destinatário ou o remetente podem acessar a página de rastreamento no site dos Correios, informar o CPF, e inserir login e senha – previamente cadastrados no portal.

Serão exibidos todos os objetos registrados (cartas ou encomendas) que tenham sido associados ao documento do usuário que fez o login, seja como destinatário, seja como remetente. O mesmo vale para consultas feitas pelo CNPJ.

@ecommercebrasil

WhatsApp Business

WhatsApp dá os primeiros passos para mudar a forma como pessoas conversam com empresas a partir da plataforma de bate-papo. Em testes desde o ano passado, o WhatsApp Business vem chamando a atenção de companhias e do grande público porque deve chegar ao Brasil dentro de um mês. A seguir, trouxemos perguntas e respostas sobre o novo aplicativo voltado para negócios. Os tópicos reúnem informações sobre as principais funções, requisitos e modalidades de uso do app de mensagens.

O que é WhatsApp Business?

O WhatsApp Business é uma versão do famoso mensageiro voltada para a comunicação entre empresas de pequeno ou médio porte e seus clientes. A ideia é facilitar a comunicação entre as duas partes, além de torná-la mais segura, uma vez que o cliente terá certeza de que está interagindo com um perfil profissional.

Segundo o escritório do WhatsApp no país, os profissionais que participam do programa de MEI (Microempreendedor Individual) também poderão criar perfis Business.

O serviço também permitirá ao dono da conta Business acompanhar estatísticas sobre as mensagens lidas pelos consumidores, para determinar quais estratégias de comunicação funcionam. Por enquanto, o serviço é totalmente gratuito, mas o WhatsApp admite que, no fututo, poderá cobrar por funções adicionais.

É preciso baixar um novo aplicativo para usar as ferramentas empresariais?

Depende. Pessoas físicas não precisam baixar um novo app. O WhatsApp atual, que todo mundo tem instalado no celular, será suficiente para entrar em contato com perfis empresariais.

Responsáveis por empresas deverão baixar o aplicativo WhatsApp Business, edição especial que deve aparecer na central de downloads dentro de um mês. Para que o estabelecimento possa entrar em contato com o cliente, é necessário que a pessoa física forneça o número de celular ou que tenha voluntariamente acionado primeiro a empresa por meio do app.

Quais os requisitos para uma empresa usar o WhatsApp Business?

Para utilizar o WhatsApp Business, as empresas devem ser de pequeno ou médio porte. Também será preciso ter um número de celular que não esteja vinculado a nenhuma outra conta do WhatsApp, mesmo que seja na versão comum. Ou seja, se sua empresa utiliza o WhatsApp na modalidade atual, precisará usar uma linha diferente para se cadastrar na versão Business.

O WhatsApp testa ainda uma terceira modalidade de serviço de troca de mensagens, o Enterprise, voltado para grandes corporações. Por ora não há informações sobre a data de lançamento.

Quais são as informações que o perfil empresarial pode exibir?

Por enquanto, sabe-se que o WhatsApp Business permite exibir ao cliente informações como descrição do negócio, endereço de e-mail, endereço físico e site oficial. Ainda não se tem informações se haverá detalhes mais completos, como horário de funcionamento e preço, informações que estão disponíveis em páginas de empresas no Facebook e no Google.

O WhatsApp Business permite chatbot?

Sim. De acordo com informações do próprio mensageiro, será possível programar os seguintes contatos automáticos:

  • Respostas rápidas para perguntas frequentes
  • Saudações apresentando a empresa em questão
  • Avisos caso o estabelecimento esteja fora do horário de atendimento

O WhatsApp Business funciona em todos os celulares?

Não. É necessário ter um smartphone com sistema Android para instalar a versão do aplicativo dedicada a empresas. Não se sabe quando será liberada uma versão para iPhone (iOS).

O escritório do WhatsApp no Brasil informou que se o celular for dual chip, o dono dele poderá manter o app regular e o app Business funcionando simultaneamente.

O WhatsApp Business funciona no PC?

Sim. De acordo com a equipe por trás do aplicativo, há como receber e enviar mensagens do WhatsApp Business usando o computador. O funcionamento será similar ao do WhatsApp Web, que possibilita ver no PC as mesmas mensagens exibidas no aplicativo de smartphone.

Como funcionam as “Contas Confirmadas”?

Nem toda empresa com uma conta no WhatsApp Business terá o selo de conta confirmada ao lado do nome de usuário. Só receberá o reconhecimento perfis cujo número de telefone utilizado no app tenha sido verificado pela equipe do mensageiro.

Em quais países o WhatsApp Business está disponível?

Antes, o download sem convite é possível somente nos Estados Unidos, Reino Unido, Indonésia, Itália e México. No Brasil, o aplicativo já está disponível na Google Play Store. Empresas de pequeno porte, como uma gráfica no Espírito Santo e um estúdio de fotografia no Rio de Janeiro, participam da fase experimental.

@techtudo

15 livros incríveis sobre marketing, vendas e negócios para você ler durante as férias

Está chegando mais um final de ano, o que para a maioria da população significa um momento de festas, de reflexão e de descanso. E, durante esses dias de recesso, que tal aproveitar os últimos dias para absorver o máximo de conteúdo possível?
Para ajudar você, fizemos uma lista com os melhores livros sobre Marketing Digital e Vendas para ler durante essas férias. Comece a ler agora mesmo para iniciar o ano com o repertório muito mais afiado!

1. As 22 consagradas leis do Marketing

 As 22 consagradas leis do Marketing é leitura obrigatória para profissionais de marketing.

O livro de Al Ries e Jack Trout conta as principais leis para quem precisa se adaptar ao novo marketing.

E quem violar qualquer uma delas, pode saber: vai pagar por isso.

2. Marketing de Permissão

Todo profissional de marketing já deve saber que o marketing mudou.

O guru do marketing, Seth Godin, conta em Marketing de Permissão os conceitos essenciais para quem quer vender para um consumidor que mudou.

Ao invés de incomodar seu cliente em potencial, por que não incentivá-lo a aceitar suas mensagens de marketing voluntariamente?

O marketing de permissão é sobre isso. Se você ainda não o faz, não perca tempo e aprenda logo.

3. Marketing 3.0

Que o Marketing é ditado pelos seres humanos, já sabemos até aqui. Mas quais são as forças reais por trás disso?

Phillip Kotler é um dos maiores nomes do marketing mundial e vai explicar exatamente isso.

Mesmo sendo considerado um autor tradicional, ele é um dos principais nomes da área e sempre será referência em marketing no mundo.

Por isso, não deixe de ler Marketing 3.0.

4. A Terceira Onda da Internet

E, para contextualizar essas novas fases do marketing, nada melhor que falar sobre a era que vivemos com a internet nos dias de hoje.

A terceira onda da internet é um livro que trata disso. O autor Steve Case explica que vivemos um período em que os empreendedores transformarão setores como a saúde, educação, transporte e energia e, com isso, as nossas vidas.

O livro explica as habilidades para prosperar nessa época e ajuda a entender o que você precisa fazer para ser um pioneiro na terceira era da internet.

5. Receita Previsível

O aclamado livro de Aaron Ross é obrigatório para quem quer vendas previsíveis. Predictable Revenue é referência no mercado e fala sobre como conseguir a sonhada previsibilidade.

O Predictable Revenue é a estratégia para tornar seu time de vendas capaz de gerar mais Leads, previsibilidade e, com isso, atingir suas metas, sempre.

Vai perder?

A Resultados Digitais disponibilizou gratuitamente o 5º capítulo do livro, onde o autor fala sobre como encurtar o seu ciclo de vendas e aumentar a produtividade da sua equipe.

6. Como o Google funciona

Um bom panorama para quem se interessa em entender sobre inovação, tecnologia e o mercado de trabalho é o livro Como o Google funciona.

A obra do ex-CEO do Google, Eric Schmidt, explica como essa empresa aceitou as mudanças causadas pela tecnologia e focou o seu negócio no capital humano.

7. Big Data

Falando em inovação, um bom profissional de marketing não pode desconhecer termos chave do mercado como Big Data.

Por isso, nossa recomendação é ler o livro de mesmo nome, de Timandra Harkness.

Como funciona Big Data? Como utilizar esse turbilhão de informações? Quais são os limites e potenciais problemas por trás desse conceito?

Aprenda tudo isso — e muito mais! — nesse livro.

8. Vender é humano

Para mais um livro essencial sobre vendas, vamos fixar um conceito importante que é a ideia central de um best seller: Vender é humano.

Daniel Pink entendeu isso e deixou essa obra sobre a arte de influenciar e convencer os outros.

Aprenda com ele e volte das férias sabendo na prática como vender mais e melhor.

9. Web Analytics 2.0

Este livro foi escrito pelo líder de pensamento de análise web Avinash Kaushik!

Web Analytics 2.0  apresenta uma nova estrutura que mudará permanentemente a maneira como você pensa sobre análise.

Resolva desafios como a medição das mídias sociais e campanhas multicanal e aprenda a realmente ouvir os seus clientes.

10. Everybody Writes

Estamos vivendo em um mundo orientado pelo conteúdo. Para Ann Handley, todos nós somos, de alguma forma, escritores.

Daí surgiu a obra Everybody Writes, que é, na verdade, um guia para atrair e reter clientes por meio de nossa comunicação online.

Legal, não? Vale conferir!

11. Marketing na Era Digital

O mercado mudou completamente. Deixamos de ser meros leitores e consumidores de informação para sermos também atuantes e produtores de conteúdo.

Nós também somos geradores de mídia! E as empresas têm que entender isso.

Martha Gabriel entendeu isso e publicou a excelente obra Marketing na Era Digital.

12. Vendas 3.0

Com o mercado cada vez mais acirrado e os clientes cada vez mais exigentes, as organizações começaram a valorizar mais as áreas de vendas a fim de encarar os novos desafios.

Sandro Magaldi escreveu Vendas 3.0 para auxiliar na gestão estratégica de vendas, que tendem a sair cada vez mais de um contexto tático para um estratégico.

13. Guia Prático das Novas Ferramentas Comerciais

Guia Prática das Novas Ferramentas Comercias foi escrito por um conjunto de autores, como Emilia Chagas, André Siqueira e Alex Lima.

Eles escreveram esse livro para ser uma obra de cabeceira de todo empreendedor. Sabemos que a concorrência está cada vez maior, então os autores nos proporcionam uma série de “receitas” para posicionar a sua empresa em um lugar de destaque.

14. Equipes não nascem excelentes, tornam-se excelentes!

Veronica Ahrens entra no mercado literário com uma obra que vai revolucionar a construção de equipes de alta performance.

Em Equipes não nascem excelente, tornam-se excelentes! ela propõe uma série de exercícios para que um gestor desenvolva todos os seus liderados, garantindo, assim, a alta performance.

15. Nada Easy

Tallis Gomes é um grande empreendedor.

Uma daquelas pessoas que, mesmo sendo CEO de uma grande empresa de tecnologia, investe em aprendizado todos os dias. Estuda, lê, consome muito conteúdo e aplica o que aprende.

Ele acredita que errar faz parte. Em Nada Easy, o autor conta sobre tudo o que aprendeu estando à frente da Easy Taxi.

@resultadosdigitais

Quase metade das compras no varejo é feita por celular

No Brasil, 44% das compras no varejo já vêm dos dispositivos móveis, seja por meio de aplicativo ou web mobile. É o que revela o estudo global Análise do E-commerce no Mundo, que explora o cenário de compras cross-device no terceiro trimestre de 2017. O levantamento foi feito pela Criteo.

De acordo com a pesquisa, os pedidos feitos em aplicativos já chegam a 16%, enquanto via web mobile somam 28%. O desktop ainda sai na frente com 56%, entretanto, o relatório revela que 16% das vendas concluídas no canal são precedidas de um clique no ambiente móvel. No total, 31% das transações pós-clique em desktop são iniciadas em outro dispositivo.

“Os consumidores de hoje são ativos em todos os ambientes de navegação e compram a qualquer hora, de qualquer local. Conhecê-los é vital para planejar uma estratégia eficiente”, explicou Alessander Firmino, diretor geral da Criteo para o Brasil e Latam.

Mobile em ascensão

No Brasil, a web mobile está consolidada e os smartphones seguem ganhando relevância quando o assunto são compras online. No terceiro trimestre de 2017, houve um aumento de 51% nas transações realizadas através de celulares (apps excluídos) em relação ao mesmo período do ano anterior. Em compensação, os pedidos feitos via tablet tiveram queda de 39%, enquanto os feitos via desktop caíram 12%.

As categorias mais vendidas no ambiente móvel, sem considerar transações feitas através de aplicativos, foram: Cultura/Mídia (35,4%), Grandes Redes Varejistas (35%), Saúde/Beleza (34,7%), Fashion/Luxo (32,6%), Produtos para o lar (22,9%), Computação/Tecnologia (22,8%).

Quando e onde impactar o consumidor

As descobertas do relatório apontam para a necessidade de varejistas e marcas investirem em estratégias cross-device para engajar os consumidores. Segundo o levantamento, clientes identificados em diferentes dispositivos durante a jornada de compra gastam em média 22% a mais.

O estudo também procurou entender em que momento os consumidores usam cada dispositivo. As compras feitas por desktop lideram durante o horário comercial, entre 9h e 18h. Já os dispositivos móveis são mais utilizados durante à noite e aos finais de semana.

“Diante de todos os dados, é importante ter em mente que uma estratégia de marketing bem sucedida deve focar no cliente e não no dispositivo. A jornada de compra é complexa e é necessário entender onde e quando encontrar esse consumidor para interagir com ele no momento certo, de forma relevante, para gerar engajamento e, claro, vendas”, conclui Firmino.

Metodologia do estudo

O estudo Análise do E-commerce no Mundo analisou bilhões de transações anuais e mais de 5.200 varejistas globalmente, todos clientes da Criteo.

@ecommercebrasil