57% dos consumidores devem presentear no Dia dos Pais

Embora os brasileiros ainda estejam sensíveis aos efeitos da recessão e do desemprego, o percentual de pessoas que devem ir às compras no Dia dos Pais é maior neste ano do que em 2016. É o que mostra levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais.

Segundo a pesquisa, 57% dos brasileiros têm a intenção de comprar presentes na data, o que representa um contingente aproximado de 86,1 milhões de consumidores. Os que não manifestaram a intenção de comprar presentes somam 41% da amostra e os que ainda não sabem são 2%.

Em 2016, o percentual de brasileiros que presentearam os pais foi de 49%, de acordo com o estudo.

Os dados sugerem cautela do brasileiro na hora de ir às compras, já que a maior parcela dos entrevistados que irão presentear (38%) pretende gastar o mesmo valor desembolsado em 2016 e 26% planejam até mesmo diminuir os gastos.

A sondagem indicou que apenas 13% dos consumidores planejam gastar mais do que há um ano. “Como a maior parte dos brasileiros não deverá ampliar seus gastos, cabe aos varejistas compreender as limitações financeiras dos consumidores a fim de estimulá-los às compras”, afirmou o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Entre quem planeja gastar menos, as principais razões são o orçamento apertado (43%), a intenção de economizar (35%) e o cenário instável da economia do país (31%), que acaba afetando a confiança do consumidor em comprometer a renda com a aquisição de presentes.

Há ainda 20% de pessoas que têm outras prioridades financeiras e 10% que tiveram redução salarial. Entre os que vão gastar mais neste ano, 59% pensam comprar um presente melhor, mas 45% acham que vão desembolsar mais porque os presentes encareceram de um ano para o outro.

Ticket médio

Entre as pessoas que vão às compras, o valor gasto com o total de presentes será, em média, de R$ 125, valor que diminui para R$ 111 quando considerados somente os consumidores das classes C, D e E. A maioria (81%) dos compradores deve adquirir apenas um presente. Com isto, o SPC Brasil e a CNDL estimam que as compras do Dia dos Pais devem movimentar aproximadamente R$ 10,7 bilhões nos setores do comércio e serviços.

A pesquisa ainda mostra que seis em cada dez (57%) consumidores têm a percepção de que os presentes estão mais caros neste ano, sendo que para 77% destes, a crise econômica fez os preços aumentarem. Já para 37%, eles estão na mesma faixa de preço.

Bem informados

Com a perspectiva de economizar na hora da compra, 58% dos consumidores disseram que vão realizar pesquisas de preço antes de adquirir o presente. Outros 10% vão dividir as compras com outra pessoa, geralmente um irmão, a mãe ou algum familiar.

Segundo o levantamento, mais de um quarto (25%) dos consumidores que manifestaram a intenção de comprar presentes neste ano está com alguma parcela atrasada e 21% se encontram até mesmo com o nome sujo.

Forma de pagamento

No Dia dos Pais deste ano, os itens mais procurados para quem vai presentear serão as roupas (40%), perfumes e cosméticos (16%) e calçados (16%).

Em seguida, aparecem os acessórios masculinos, como cintos, óculos, carteiras e relógios (14%), vale-presentes (4%) e as comemorações em restaurantes (4%).

A pesquisa também mostra um percentual relevante de indecisos: um em cada cinco entrevistados (22%) não sabe ou ainda não decidiu o que pretende comprar para o pai. As pessoas mais presenteadas neste ano devem ser os pais (56%), esposos (14%), pai dos filhos (8%), filhos (7%) e sogros (6%). Há ainda 4% de entrevistados que devem se auto presentear.

Com relação à forma de pagamento, a maioria dos entrevistados (75%) mostra preferência pelo pagamento à vista, seja em dinheiro (66%) ou cartão de débito (9%). O pagamento via cartão de crédito, seja em parcela única ou mais de uma parcela, será escolha de 16% em ambos os casos. Entre aqueles vão dividir o pagamento, a média será de três prestações.

O shopping center se destaca como o principal local de compra para 35% dos entrevistados. Logo em seguida estão as lojas de rua (18%), shoppings populares (9%) e lojas de departamento (9%). Já as lojas online devem ser a preferência de apenas 2% dos compradores, segundo a pesquisa.

Por outro lado, tanto as previsões da Ebit quanto da Abcomm mostram crescimento do e-commerce nesse Dia dos Pais.

O levantamento indica que a procura pelo presente dos pais deve se intensificar pelos próximos dias: 41% dos entrevistados disseram que vão deixar a compra do presente para esta primeira semana de agosto e 34% só o farão no sábado, véspera do Dia dos Pais.

Tour do Vinho: 5 lugares para conhecer perto de Curitiba

O frio em Curitiba é um forte atrativo para turistas que pretendem viver experiências próprias da estação, como curtir a boa gastronomia. Para quem quer fugir do roteiro tradicional, uma dica é aproveitar o Enoturismo oferecido pela Região Metropolitana, que alia apreciação e conhecimento da cultura do vinho. Confira 05 lugares que você pode visitar:

Cave Colinas de Pedra

Localizada em Piraquara, a 30 km do centro de Curitiba, oferece visitas e degustação em um túnel desativado da Estrada de Ferro. No local, são mantidas mais de 10 mil garrafas de vinhos espumantes vindos do Rio Grande do Sul para maturação. Além do passeio, o local oferece almoço nos sábados e domingos dentro de uma antiga estação de trem.

Vinícola Legado

Em Bateias, a 30,5 km do centro de Curitiba, é possível fazer tour guiado pela vinícola, que produz espumantes, vinhos e suco de uva. Os visitantes também têm a oportunidade de fazer piquenique em meio às vinhas.

Vinícola Araucária

Fica em São José dos Pinhais, a 40 km do centro de Curitiba. Vale a pena fazer uma das visitas guiadas com o acompanhamento de um enólogo, que apresenta as fases da produção do vinho, desde o cultivo até as diferentes etapas de vinificação, encerrando com a degustação dos rótulos produzidos. Para compor o passeio, é possível almoçar e colocar em prática os conhecimentos adquiridos na visita, com a harmonização da bebida.

Vinícola Família Fardo

Localizada em Quatro Barras, a 30 km do centro de Curitiba, eles organizam visitas pela estrutura local, para conhecer a história da vinícola, os equipamentos, os processos de produção da bebida, finalizando com a prova do produto.

Vinícola Franco Italiano

Em Colombo, a 16 km do centro de Curitiba, oferece a oportunidade de visitar a vinícola e serve almoço nos finais de semana. Possui regularmente cursos específicos para os mais interessados.

Todas trabalham com reservas antecipadas.

@curitibacult

Lançamento da ferramenta inteligente de queda de preço para e-commerces já faz sucesso.

Social Miner, plataforma de People Marketing do grupo E-Commerce Brasil, lançou essa semana uma ferramenta inteligente de queda de preço para e-commerces. A startup, que usa machine learning e big data para ajudar e-commerces a vender mais, desenvolveu uma solução que mistura tracking do comportamento de compra do consumidor com estratégia de pricing.  

O objetivo da nova ferramenta, batizada de Price Drop, é identificar com quais produtos um consumidor engajou em um determinado período de tempo e, a partir de então, acompanhar a variação de preço desses produtos. Caso o preço caia, o consumidor será notificado.

“Ferramentas de monitoramento de preço existem aos montes no mercado, mas ainda faltava uma solução de marketing que fosse além e entendesse qual o melhor momento e a melhor mensagem para cada consumidor”, explica Felipe Moreno, head de Performance da Social Miner.

Além de conseguir definir o percentual de variação de preço, o varejista também poderá escolher os melhores tipos de campanha para sua estratégia, focando na queda de preço de produtos ou marcas específicas, de categorias – alertando, por exemplo, sobre a variação de preço de notebooks – ou promoções gerais em todo o site.

Outro ponto inovador é que a ferramenta consegue monitorar de forma automática o último preço visto por cada consumidor. Dessa forma, ninguém corre o risco de receber uma campanha inconveniente que anuncie um preço mais alto do que o que já viu para um mesmo produto. “Grande parte das soluções que existem hoje no mercado dependem de XML. Apesar de ser uma solução muito usada, essa tecnologia ainda possui erros e atrasos na atualização, além de estar sujeita  a erros manuais. A gente queria evitar prejuízos para o faturamento do e-commerce e, ao mesmo tempo, garantir uma experiência melhor para os consumidores”, conta Felipe Moreno.

A campanha de queda de preço poderá ser aplicada em  todos os canais off-site da plataforma Social Miner, como e-mail, notificações de Facebook ou notificação Push para Desktop e Mobile.

A Social Miner já trabalha com os maiores players do varejo, como Magazine Luiza, CVC, Submarino Viagens e Natura e está oferecendo um trial dessa nova funcionalidade. Para os interessados em fazer o teste, basta se cadastrar nesse link e conversar com os especialistas da empresa.

@ecommercebrasil

10 anos de iPhone

Há 10 anos, exatamente no dia 29 de junho de 2007, as vendas do primeiro iPhone eram iniciadas nos Estados Unidos. O smartphone da Apple, lançado seis meses antes, já contava com fãs fiéis em filas mesmo em sua primeira edição. Isso provavelmente graças a revoluções que implementou – e que agora parecem coisas banais.

Na apresentação do primeiro iPhone, Jobs brincou inicialmente dizendo que apresentaria um iPod com multitouch (ainda havia muito o foco de “é um iPod com telefone”), um revolucionário celular e um novo sistema de comunicação pela internet. Pouco depois, ficou claro que tudo fazia parte de um produto só, já deixando a plateia espantada.

A reação do público que assistia ao evento na MacWorld 2007 é hilária em alguns pontos atualmente. Os espectadores se espantam e admiram, por exemplo, quando Jobs passa o dedo pela tela para desbloquear o telefone – como é em todos atualmente. O mesmo ocorre quando o cofundador da Apple desliza pela tela para ver a lista de músicas.

Quando Steve Jobs mexe na galeria, então, o espanto foi geral. Primeiro, quando ele simplesmente gira o celular para mostrar a foto em modo retrato ou paisagem – e ela simplesmente se adequa à tela. Surpresa maior só quando os deds são usados em formato de pinça para dar zoom na imagem. Quem diria, né?

Pensando com a mente atual, os espantos do público com coisas banais parece incrível. Mas, se você tem mais de 15 anos, tente lembrar como eram os “smartphones” antes do iPhone. Pois é, a perplexidade de todos com o que foi apresetado era bastante justificável.

Jobs até tirou sarro de rivais

Na apresentação, o ex-CEO da Apple ainda tira sarro de celulares da época. Alguns deles já eram chamados de “smart”, mas Jobs cita que parecem bebês em comparação com a capacidade do iPhone. No fim das contas, estava certo.

Houve espaço para brincadeira com teclados físicos e botões físicos (“se você tem uma ideia brilhante daqui a seis meses, não tem como mudar”, disse Jobs). Até a caneta Stylus foi ironizada (“quem quer uma?”). Para tristeza de Jobs, a Apple lançou nos últimos anos sua caneta própria para ser usada em iPads.

O curioso é que o primeiro iPhone teve exaltações à parceria com o Google para o aplicativo (na época chamado só de “widget”) de mapas e para buscas. Até o CEO do Google na época, Eric Schmidt, subiu ao palco. Ironicamente, a empresa criaria mais tarde o Android, que se tornou o grande rival do sistema operacional do iPhone.

E olha que durante a conferência Jobs exaltou, para delírio da plateia, que havia patenteado a tecnologia de multitouch. Não adiantou muito e todos os celulares futuros passaram a ser no molde do iPhone – mas isso rendeu processos milionários de violações de patentes, como o movido pela Apple contra a Samsung.

Filas, elogios e críticas desde o primeiro dia

Da mesma forma, havia filas de pessoas acampadas em frente a lojas da Apple para conseguir testar o primeiro celular. Os pouco testados até então, contudo, não ficaram imunes a críticas.

Na época, jornalistas citaram que “o iPhone é incrível” e merece a atenção recebida, mas “não é perfeito”. Entre os defeitos, são citadas a falta de um cartão de memória (a Apple se recusa a colocar até hoje, ao contrário das concorrentes) e o fato de não ter conexão móvel 3G – ele era apenas 2G e isso tornava a conexão móvel bem lenta.

Com críticas ou não, o iPhone rapidamente revolucionou o mundo e transformou a vida digital – o ambiente móvel cada vez mais obteve avanços e ganhou campo em relação ao desktop. Para a Apple, foi o gatilho final para tirar a companhia de nichos e ficar na boca do povo com produtos de bens de consumo – algo que já havia sido iniciado com o também revolucionário iPod.

@tecnologiauol

Porque usar Telegram?

O Telegram é um dos melhores aplicativos de mensagens do momento, e muitos argumentam que ele é o melhor. Infelizmente para seus desenvolvedores, no entanto, o app só é lembrado quando o WhatsApp enfrenta dificuldade, como algum bloqueio no Brasil ou quando o serviço cai por qualquer motivo.

Sim, a base de usuários do Telegram é incomparavelmente menor do que o mais de 1 bilhão de usuários do WhatsApp, mas isso não quer dizer que ele seja inferior. Vários recursos bons e que fazem diferença no aplicativo simplesmente não existem na concorrência.

Multidispositivo

Quer se conectar ao Telegram em três celulares, no seu tablet, no seu PC e tudo mais ao mesmo tempo? Você pode. Similar ao Messenger, do Facebook, você pode usar o serviço em diversas plataformas ao mesmo tempo, enquanto o WhatsApp ainda é profundamente limitado ao celular.

Versão web independente

O WhatsApp Web foi uma resposta a um anseio antigo da base de usuários, mas ele não deixa de ser uma gambiarra, que obriga o usuário a manter o celular ligado e conectado à internet o tempo todo para usar o recurso no PC. O Telegram não tem essa limitação; sua conta funciona de forma independente do dispositivo, o que significa que, se a bateria do celular acabar, você ainda pode acessar suas conversas em outros aparelhos.

Grupos gigantescos

O Telegram possui uma vantagem em relação aos grupos do WhatsApp. Ele permite muito mais usuários participando da mesma conversa, o que é ótimo para grupos públicos temáticos. Enquanto o Telegram permite 5.000 pessoas participando do chat, o WhatsApp está restrito a 256.

Pagamentos 

Um recurso liberado recentemente. Agora, o Telegram também é uma plataforma de pagamentos, permitindo que usuários enviem dinheiro uns para os outros por meio do aplicativo. Já foi especulado que o WhatsApp deve ganhar esse recurso em breve, mas por enquanto isso ainda não existe.

Chats secretos

Para quem quer ter um pouco mais de controle sobre a conversa, o Telegram também é melhor que o WhatsApp com seus chats secretos. Embora ambos possuam criptografia de ponta a ponta, que é indispensável para qualquer conversa que queira ser totalmente privada, o Telegram também tem a opção de mensagens que se autodestroem após algum tempo.

 

Via olhardigital

Case de celular serve café expresso

O Mokase é um case para celular que faz café expresso. Não há muito mais o que dizer dessa ideia, apenas perguntar: qual o motivo? A não ser que você more em um lugar muito remoto, toda cidade possui um restaurante, uma padaria, um bistrô ou um boteco do seu lado — e todos eles vendem café.

Sobre o produto que está em campanha de financiamento pelo Kickstarter tem uma meta de US$ 85 mil. Incrivelmente, ele já alcançou um pouco mais de US$ 2 mil para um produto que, precisamos dizer, não é tão prático assim.

O Mokase armazena o café e pode aquecer o líquido via bateria própria entre 50 e 60° C. Além disso, nem uma dose completa, um pingado, de café o case entrega: são apenas 25 ml. Para manter tudo seguro, já que estão falando de líquidos quentes e peças de smartphones, a equipe da Mokase comentou que o case é construído em liga de alumínio e silicone.

Sobre preços, o Mokase pode ser comprado por um valor de US$ 54, cerca de R$ 171. E em quais smartphones ele encaixa? Nos seguintes modelos: iPhone 6, 6s, 7 e 7 Plus, família Samsung Galaxy S6, S7 e S8, Huawei P8, P9 e P10, e LG G5.

 

Fonte: https://www.tecmundo.com.br/kickstarter/116421-serio-criaram-case-celular-serve-cafe-expresso.htm?utm_content=bufferd07cd&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

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mae de pet

CONDIÇÕES GERAIS
 01 – ELEVAÇÃO DE PREÇOS
Os preços poderão sofrer alteração caso ocorra qualquer elevação nos valores dos serviços com terceiros, oscilação cambial, tarifas aéreas e de hotéis no âmbito nacional e internacional.
02 – CANCELAMENTO
A Scherman Operadora se reserva o direito de alterar ou cancelar no todo ou qualquer etapa da viagem ou programação, caso condições alheias a sua vontade e controle, como convulsões sociais, fenômenos naturais, atraso nos vôos e outros não especificados. Nesta eventualidade, o passageiro terá o direito ao reembolso do seguimento cancelado sem direito a qualquer reivindicação. Em nenhuma hipótese terá direito a juros e/ou correção. Em nenhuma eventualidade haverá reembolso de diárias de hotéis não utilizados em face destes pagamentos terem sidos feitos antecipadamente pela Scherman Operadora de Turismo sem direito a solicitação de reembolso em virtude de cláusula contratual.
03 – CANCELAMENTO
Na eventualidade de cancelamento da viagem a programação pelo passageiro ou seu proposto, independente da causa, aplicam-se as seguintes penalidades por pessoa e sempre sobre o valor total da viagem:
                – Cancelamento de 75 a 45 dias antes da viagem multa de 25%.
                – Cancelamento de 44 a 30 dias antes da viagem multa de 50%.
– Cancelamento de 29 a 11 dias antes da viagem multa de 80%.
– Cancelamento inferior a 10 dias antes da viagem multa de 100%.
04 – As tolerâncias ou concessões visando soluções amigáveis relativos a presente, não constituirão precedentes invocáveis pelo requisitante, pela alteração de qualquer dos itens aqui descritos.
05 – DOCUMENTAÇÃO
No caso de viagem internacional, o passageiro deverá providenciar com a devida antecedência e por sua conta todas as exigências legais como:
                – Passaporte
                – Visto de saída
                – Vacinas
                – Autorização para Menores
                – etc.
Qualquer impedimento exime a Scherman Operadora de Turismo de qualquer responsabilidade, colocando-nos entanto a inteira disposição para orientação.
06 – ACOMODAÇÕES A COMPARTIR
O sistema americano é de duas camas Queen Size em cada quarto. Assim, em caso de configuração tripla ou quádrupla, os passageiros compartilham também as camas, razão pela qual se recomenda que comente compartilhem apartamentos com pessoas da mesma família ou amigos (a).
*Criança de até 09 anos compartindo o apto com 02 ou 03 adultos pagamento duplo ou triplo.

07 – A Scherman Operadora de Turismo se reserva o direito de aceitar ou desligar a qualquer momento qualquer participante que venha causar problema ou dificultar o bom atendimento da programação, por indisciplina, atentado à moral e aos bons costumes, consumo de drogas, embriaguez, bem como qualquer conduta aqui não especificada e a critério da Scherman Operadora de Turismo julgado inconveniente, inclusive em atividades ilegais no Brasil e no exterior, desobediência sistemática às orientações dos guias, causando prejuízos e mal estar aos demais participantes e atitudes consideradas inaceitáveis aos padrões de convivência em grupos, sem nenhum direito a reembolso.
08 – USO DA IMAGEM
A Operadora se reserva o direito de utilizar toda e qualquer imagem, ou fotografia em que apareça o passageiro no decorrer da viagem para futura propaganda sem qualquer ônus.
09 – FORO
Ficam já acertados entre as partes que o passageiro escolhe para dirimir quaisquer dúvida originadas, o Foro da Comarca de Curitiba-PR.
10 – CONDIÇÕES PARA VIAGEM
O programa será executado em atendimento:
                – Condições estabelecidas no impresso específico. Neste caso a Scherman Operadora de Turismo se reserva o direito de complementar com novos itens, inspirados nas condições gerais com o objetivo de se adaptar a programação específica.
                – Condições gerais estabelecidas pela Deliberação Normativa 181 de 9 de agosto de 1995 da EMBRATUR que regulamenta direitos e obrigações recíprocas das partes.
11 – RESPONSABILIDADES
A Scherman Operadora de Turismo declara explicitamente que atua unicamente como intermediária entre os participantes e as entidades ou pessoas (Agência de Turismo, Operadora Hotéis, Transportadoras Aéreas, e terrestres, Restaurantes, etc.), declinando de toda responsabilidade por deficiência em qualquer dos serviços prestados pelas entidades acima, bem como por danos causados aos participantes e seus pertences. Sugerimos que façam segura de saúde e bagagem.
Os danos eventuais causados por qualquer participante aos estabelecimentos por ele frequentado (hotéis, restaurantes, etc.), serão de sua inteira responsabilidade. As demandas serão julgadas pela justiça.
12 – CONCORDÂNCIA
Ao aceitar participar deste pacote de viagem, o passageiro e a agência de viagem que intercedera, no ato da reserva declaram conhecer todas as condições aqui estabelecidas e expressam total concordância com as mesmas, renunciando, para todos os fins, a alegação de ignorância, por terem lido os tópicos aqui arrolados.

Os bravos permanecem em pé: Revista Bravo volta em formato digital.

Após ser descontinuada em 2013, ex-título da Abril volta em voo solo

A revista Bravo, descontinuada há seis anos pela editora Abril, volta em formato digital (bravo.vc) e com edições impressas especiais. A publicação, que foi uma das mais importantes na cobertura jornalística de arte e cultura, retoma suas atividades com novos portal e formato de matérias.
Lançado em 1997 pela Editora D’Ávila, o título circulou nas bancas por 16 anos. Em 2003, foi comprada pela Abril, que interrompeu sua circulação dez anos depois. A publicação será relançada por Helena
Bagnoli, que trabalhou por mais de 15 anos no Grupo Abril e presidiu a MTV entre 2010 e 2013, e Guilherme Werneck, que teve passagens por revistas segmentadas, Abril, dirigiu a revista Trip e atuou como diretor digital na MTV.
A ideia de retomar o título veio no final de 2015, um ano após a saída de ambos da editora, com a ideia de criar uma plataforma cultural na internet. O Grupo Abril concedeu o direito de usar o nome da revista. Segundo os editores, a nova fase deve combinar diferentes formatos e linguagens, com digital, impresso e promoções.
Para o desenvolvimento do projeto Helena Bagnoli conta que eles tomaram emprestada a lógica das séries de TV. “Os episódios serão lançados a cada 15 dias, o que os une é um tema conceitual, que para nós é o que define uma temporada”, explica Helena. Cada temporada terá a duração de três meses e trará seis episódios sobre um ou mais temas. A primeira aborda o tema Incertude e o episódio inaugural, já disponível online, fala sobre o Inhotim, um dos maiores centros de arte contemporânea do mundo, que comemora dez anos em 2016. O segundo será sobre literatura fantástica.
A dupla pretende investir no Facebook como primeira plataforma de divulgação e distribuição de conteúdo. Reportagens, críticas e agenda cultural serão publicadas diretamente no perfil da revista na rede social, que também terá curadoria de conteúdo relacionado publicado por outros, como blogs e grandes jornais. Helena diz que edições especiais poderão circular como releitura do conteúdo presente na plataforma digital. “Uma edição impressa pode trazer o melhor de uma temporada e será uma edição para colecionador, mais próxima de livros de arte do que de revistas de banca”, afirma.

Como o conteúdo pode ser acessado gratuitamente, a dupla pretende realizar parcerias com marcas para viabilizar o projeto. “As marcas que estiverem conosco, mais do que colocar um anúncio, serão parceiras na construção dessa narrativa e poderão engajar seus públicos com o nosso conteúdo em diferentes formatos, combinados caso a caso”, conta. O primeiro exemplo dessa parceria é a entrada do
Spotify no episódio sobre Inhotim.
Para o futuro, a expectativa é conseguir ampliar o espectro da marca da revista, trazendo de volta o Prêmio Bravo! de Cultura, criar workshops, projetos de inserções culturais e shows. “Cultura, apesar
de ser um dos maiores ativos de um país, nunca foi muito valorizada por aqui. Sempre
houve, porém, aqueles que acreditam”, afirma Helena.
Esta semana, a Editora Abril anunciou que está negociando o retorno à empresa de títulos vendidos nos últimos dois anos para a Editora Caras. No passado, duas as negociações anteriores que repassaram à Editora Caras 18 títulos da Abril.

Por Mariana Stocco
Via @meioemensagem