A Consumer Electronics Show (CES) deste ano terminou no último fim de semana e na maior parte de sua apresentação o destaque foi a tendência do que esperar no futuro.

A proposta do mercado tecnológico para 2020 é sem dúvidas: avanço. Mais celulares 5G, novas TVs para assistir a mais canais de streaming e computadores e notebooks equipados com chipsets com muito mais velocidade de processamento.

 

No entanto, se nos Estados Unidos algumas operadoras já trabalham com redes 5G, no resto do mundo a tecnologia ainda engatinha. Enquanto isso, a indústria trabalha para lapidar seus celulares 5G, ainda grandes demais por conta, principalmente, da bateria. A Apple (historicamente, a marca da inovação) parece ainda em compasso de espera para ver como o mercado amadurece a tecnologia antes de lançar um iPhone com a quinta geração de internet. Em contrapartida, parece que 2020 será o ano em que os smartphones dobráveis se tornarão não mais uma novidade, e sim uma opção entre tantos dispositivos.

 

Para TVs, a tendência é que durem um pouco mais que smartphones, com aparelhos relevantes tecnologicamente por alguns anos. O HDMI 2.1 deve ser adotado por toda a indústria, e a taxa de atualização de 120Hz deve ser padrão em TVs de 4K; e espera-se a otimização para a próxima geração de consoles de jogos da Microsoft e da Sony.

 

A batalha dos canais de streaming deve continuar em 2020, assim como seu efeito imediato, na pirataria e seu combate. HBO Max, Peacock e Quibi têm planos de lançar canais próprios, enquanto Disney+ e Apple TV+ continuam a abrir espaço entre os canais que entraram no fim de 2019. A produção de conteúdo original, mesmo sofrendo alguns tropeços em 2019, deve ser ainda mais forte. Logo no início do ano, a Apple TV+ contratou a Eden Productions, do ex-CEO da HBO, Richard Plepler, para um novo estoque de filmes, séries e documentários originais.

 

A grande revolução que se espera em 2020 está dentro de PCs e notebooks: seus chips. A chegada do Tiger Lake ao mercado, na terceira geração de chips 10 nm da Intel, vai significar não apenas grandes variações de especificações nos dispositivos já existentes como também máquinas que aproveitem os novos processadores nos quesitos energia e vida útil da bateria.

 

Também, os PCs dobráveis e de tela dupla que rodam Windows foram tendência na CES 2020, criando para si toda uma nova categoria. Seguindo a tendência alavancada pela Dell, a Microsoft já começou a campanha do Surface Duo, trabalhando em um sistema operacional Windows 10X sob medida.

 

– Fonte: TecMundo

Certidão digital? Primeiro bebê é registrado via Blockchain no Brasil

Uma criança nascida em 8 de julho teve sua certidão emitida pela rede Notary Ledgers, usando tecnologia blockchain da IBM, que inicialmente era para ser apenas um teste.

Álvaro de Medeiros Mendonça nasceu no Rio de Janeiro, e uma pessoa da equipe de parto declarou o horário na ferramenta da Groth Tech – que utiliza o sistema de blockchain da IBM – depois, o pedido de registro foi feito e a identidade digital da criança foi criada com a validação de dados pessoais e reconhecimento facial.

Para que o registro fosse possível, a empresa Notary Ledgers, da Grow Tech, fez uma parceria com o 5º Registro Civil de Pessoas Naturais da Cidade do Rio de Janeiro e o hospital onde o parto foi realizado, a Casa de Saúde São José, hospital na Zona Sul da cidade, onde Álvaro nasceu – a Notary Ledgers é uma plataforma que justamente fornece serviços de cartório através da tecnologia de blockchain da IBM.

O teste piloto foi realizado durante três dias, e a ferramenta demora, no máximo, 15 minutos para emitir a certidão, de acordo com o CEO da Growth Tech, Hugo Pierre.

“Embora algumas maternidades já possuam unidades de cartório, a emissão não é algo simples”, disse Pierre. “Em muitas situações, o pai precisa enfrentar filas que chegam a durar 4 horas, principalmente em hospitais públicos, com grandes números de nascimentos por dia”, explicou.

No momento, a ideia é expandir o serviço e oferecer para mais maternidades. Caso tenha grande número de aceitações, a companhia pensa em oferecer registro de imóveis e certidões de casamento, que também não são tarefas fáceis no país.

– Fonte: Canal Tech

Facebook anuncia ferramentas de transparência para anúncios

Usuários poderão ver os anúncios ativos que uma determinada página veicula e também acessar um arquivo com anúncios de cunho político durante o período pré-eleições

O Facebook anuncia nesta quinta-feira, 28, uma série de medidas para melhorar a transparência em relação a anúncios e páginas na plataforma. A partir de agora, os usuários podem ver, na seção “informações e anúncios”, os anúncios ativos que uma determinada página veicula no Facebook, Instagram e Messenger, mesmo que a peça não apareça em seu feed.

Com a novidade, é possível acessar réplicas dos anúncios e reportar práticas suspeitas por parte de anunciantes. A plataforma também anunciou que lançará no Brasil em julho uma ferramenta de categorização de anúncios políticos. Através dela, os responsáveis por campanhas eleitorais poderão se registrar na plataforma e marcar anúncios de cunho político.

Os usuários, por sua vez, poderão ver anúncios desta categoria em um arquivo específico na plataforma. O objetivo das novas ferramentas é oferecer mais informações sobre a origem dos anúncios e evitar práticas abusivas por parte de anunciantes online.

Via: @meioemensagem

57% dos consumidores devem presentear no Dia dos Pais

Embora os brasileiros ainda estejam sensíveis aos efeitos da recessão e do desemprego, o percentual de pessoas que devem ir às compras no Dia dos Pais é maior neste ano do que em 2016. É o que mostra levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais.

Segundo a pesquisa, 57% dos brasileiros têm a intenção de comprar presentes na data, o que representa um contingente aproximado de 86,1 milhões de consumidores. Os que não manifestaram a intenção de comprar presentes somam 41% da amostra e os que ainda não sabem são 2%.

Em 2016, o percentual de brasileiros que presentearam os pais foi de 49%, de acordo com o estudo.

Os dados sugerem cautela do brasileiro na hora de ir às compras, já que a maior parcela dos entrevistados que irão presentear (38%) pretende gastar o mesmo valor desembolsado em 2016 e 26% planejam até mesmo diminuir os gastos.

A sondagem indicou que apenas 13% dos consumidores planejam gastar mais do que há um ano. “Como a maior parte dos brasileiros não deverá ampliar seus gastos, cabe aos varejistas compreender as limitações financeiras dos consumidores a fim de estimulá-los às compras”, afirmou o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Entre quem planeja gastar menos, as principais razões são o orçamento apertado (43%), a intenção de economizar (35%) e o cenário instável da economia do país (31%), que acaba afetando a confiança do consumidor em comprometer a renda com a aquisição de presentes.

Há ainda 20% de pessoas que têm outras prioridades financeiras e 10% que tiveram redução salarial. Entre os que vão gastar mais neste ano, 59% pensam comprar um presente melhor, mas 45% acham que vão desembolsar mais porque os presentes encareceram de um ano para o outro.

Ticket médio

Entre as pessoas que vão às compras, o valor gasto com o total de presentes será, em média, de R$ 125, valor que diminui para R$ 111 quando considerados somente os consumidores das classes C, D e E. A maioria (81%) dos compradores deve adquirir apenas um presente. Com isto, o SPC Brasil e a CNDL estimam que as compras do Dia dos Pais devem movimentar aproximadamente R$ 10,7 bilhões nos setores do comércio e serviços.

A pesquisa ainda mostra que seis em cada dez (57%) consumidores têm a percepção de que os presentes estão mais caros neste ano, sendo que para 77% destes, a crise econômica fez os preços aumentarem. Já para 37%, eles estão na mesma faixa de preço.

Bem informados

Com a perspectiva de economizar na hora da compra, 58% dos consumidores disseram que vão realizar pesquisas de preço antes de adquirir o presente. Outros 10% vão dividir as compras com outra pessoa, geralmente um irmão, a mãe ou algum familiar.

Segundo o levantamento, mais de um quarto (25%) dos consumidores que manifestaram a intenção de comprar presentes neste ano está com alguma parcela atrasada e 21% se encontram até mesmo com o nome sujo.

Forma de pagamento

No Dia dos Pais deste ano, os itens mais procurados para quem vai presentear serão as roupas (40%), perfumes e cosméticos (16%) e calçados (16%).

Em seguida, aparecem os acessórios masculinos, como cintos, óculos, carteiras e relógios (14%), vale-presentes (4%) e as comemorações em restaurantes (4%).

A pesquisa também mostra um percentual relevante de indecisos: um em cada cinco entrevistados (22%) não sabe ou ainda não decidiu o que pretende comprar para o pai. As pessoas mais presenteadas neste ano devem ser os pais (56%), esposos (14%), pai dos filhos (8%), filhos (7%) e sogros (6%). Há ainda 4% de entrevistados que devem se auto presentear.

Com relação à forma de pagamento, a maioria dos entrevistados (75%) mostra preferência pelo pagamento à vista, seja em dinheiro (66%) ou cartão de débito (9%). O pagamento via cartão de crédito, seja em parcela única ou mais de uma parcela, será escolha de 16% em ambos os casos. Entre aqueles vão dividir o pagamento, a média será de três prestações.

O shopping center se destaca como o principal local de compra para 35% dos entrevistados. Logo em seguida estão as lojas de rua (18%), shoppings populares (9%) e lojas de departamento (9%). Já as lojas online devem ser a preferência de apenas 2% dos compradores, segundo a pesquisa.

Por outro lado, tanto as previsões da Ebit quanto da Abcomm mostram crescimento do e-commerce nesse Dia dos Pais.

O levantamento indica que a procura pelo presente dos pais deve se intensificar pelos próximos dias: 41% dos entrevistados disseram que vão deixar a compra do presente para esta primeira semana de agosto e 34% só o farão no sábado, véspera do Dia dos Pais.

Lançamento da ferramenta inteligente de queda de preço para e-commerces já faz sucesso.

Social Miner, plataforma de People Marketing do grupo E-Commerce Brasil, lançou essa semana uma ferramenta inteligente de queda de preço para e-commerces. A startup, que usa machine learning e big data para ajudar e-commerces a vender mais, desenvolveu uma solução que mistura tracking do comportamento de compra do consumidor com estratégia de pricing.  

O objetivo da nova ferramenta, batizada de Price Drop, é identificar com quais produtos um consumidor engajou em um determinado período de tempo e, a partir de então, acompanhar a variação de preço desses produtos. Caso o preço caia, o consumidor será notificado.

“Ferramentas de monitoramento de preço existem aos montes no mercado, mas ainda faltava uma solução de marketing que fosse além e entendesse qual o melhor momento e a melhor mensagem para cada consumidor”, explica Felipe Moreno, head de Performance da Social Miner.

Além de conseguir definir o percentual de variação de preço, o varejista também poderá escolher os melhores tipos de campanha para sua estratégia, focando na queda de preço de produtos ou marcas específicas, de categorias – alertando, por exemplo, sobre a variação de preço de notebooks – ou promoções gerais em todo o site.

Outro ponto inovador é que a ferramenta consegue monitorar de forma automática o último preço visto por cada consumidor. Dessa forma, ninguém corre o risco de receber uma campanha inconveniente que anuncie um preço mais alto do que o que já viu para um mesmo produto. “Grande parte das soluções que existem hoje no mercado dependem de XML. Apesar de ser uma solução muito usada, essa tecnologia ainda possui erros e atrasos na atualização, além de estar sujeita  a erros manuais. A gente queria evitar prejuízos para o faturamento do e-commerce e, ao mesmo tempo, garantir uma experiência melhor para os consumidores”, conta Felipe Moreno.

A campanha de queda de preço poderá ser aplicada em  todos os canais off-site da plataforma Social Miner, como e-mail, notificações de Facebook ou notificação Push para Desktop e Mobile.

A Social Miner já trabalha com os maiores players do varejo, como Magazine Luiza, CVC, Submarino Viagens e Natura e está oferecendo um trial dessa nova funcionalidade. Para os interessados em fazer o teste, basta se cadastrar nesse link e conversar com os especialistas da empresa.

@ecommercebrasil

10 anos de iPhone

Há 10 anos, exatamente no dia 29 de junho de 2007, as vendas do primeiro iPhone eram iniciadas nos Estados Unidos. O smartphone da Apple, lançado seis meses antes, já contava com fãs fiéis em filas mesmo em sua primeira edição. Isso provavelmente graças a revoluções que implementou – e que agora parecem coisas banais.

Na apresentação do primeiro iPhone, Jobs brincou inicialmente dizendo que apresentaria um iPod com multitouch (ainda havia muito o foco de “é um iPod com telefone”), um revolucionário celular e um novo sistema de comunicação pela internet. Pouco depois, ficou claro que tudo fazia parte de um produto só, já deixando a plateia espantada.

A reação do público que assistia ao evento na MacWorld 2007 é hilária em alguns pontos atualmente. Os espectadores se espantam e admiram, por exemplo, quando Jobs passa o dedo pela tela para desbloquear o telefone – como é em todos atualmente. O mesmo ocorre quando o cofundador da Apple desliza pela tela para ver a lista de músicas.

Quando Steve Jobs mexe na galeria, então, o espanto foi geral. Primeiro, quando ele simplesmente gira o celular para mostrar a foto em modo retrato ou paisagem – e ela simplesmente se adequa à tela. Surpresa maior só quando os deds são usados em formato de pinça para dar zoom na imagem. Quem diria, né?

Pensando com a mente atual, os espantos do público com coisas banais parece incrível. Mas, se você tem mais de 15 anos, tente lembrar como eram os “smartphones” antes do iPhone. Pois é, a perplexidade de todos com o que foi apresetado era bastante justificável.

Jobs até tirou sarro de rivais

Na apresentação, o ex-CEO da Apple ainda tira sarro de celulares da época. Alguns deles já eram chamados de “smart”, mas Jobs cita que parecem bebês em comparação com a capacidade do iPhone. No fim das contas, estava certo.

Houve espaço para brincadeira com teclados físicos e botões físicos (“se você tem uma ideia brilhante daqui a seis meses, não tem como mudar”, disse Jobs). Até a caneta Stylus foi ironizada (“quem quer uma?”). Para tristeza de Jobs, a Apple lançou nos últimos anos sua caneta própria para ser usada em iPads.

O curioso é que o primeiro iPhone teve exaltações à parceria com o Google para o aplicativo (na época chamado só de “widget”) de mapas e para buscas. Até o CEO do Google na época, Eric Schmidt, subiu ao palco. Ironicamente, a empresa criaria mais tarde o Android, que se tornou o grande rival do sistema operacional do iPhone.

E olha que durante a conferência Jobs exaltou, para delírio da plateia, que havia patenteado a tecnologia de multitouch. Não adiantou muito e todos os celulares futuros passaram a ser no molde do iPhone – mas isso rendeu processos milionários de violações de patentes, como o movido pela Apple contra a Samsung.

Filas, elogios e críticas desde o primeiro dia

Da mesma forma, havia filas de pessoas acampadas em frente a lojas da Apple para conseguir testar o primeiro celular. Os pouco testados até então, contudo, não ficaram imunes a críticas.

Na época, jornalistas citaram que “o iPhone é incrível” e merece a atenção recebida, mas “não é perfeito”. Entre os defeitos, são citadas a falta de um cartão de memória (a Apple se recusa a colocar até hoje, ao contrário das concorrentes) e o fato de não ter conexão móvel 3G – ele era apenas 2G e isso tornava a conexão móvel bem lenta.

Com críticas ou não, o iPhone rapidamente revolucionou o mundo e transformou a vida digital – o ambiente móvel cada vez mais obteve avanços e ganhou campo em relação ao desktop. Para a Apple, foi o gatilho final para tirar a companhia de nichos e ficar na boca do povo com produtos de bens de consumo – algo que já havia sido iniciado com o também revolucionário iPod.

@tecnologiauol

Porque usar Telegram?

O Telegram é um dos melhores aplicativos de mensagens do momento, e muitos argumentam que ele é o melhor. Infelizmente para seus desenvolvedores, no entanto, o app só é lembrado quando o WhatsApp enfrenta dificuldade, como algum bloqueio no Brasil ou quando o serviço cai por qualquer motivo.

Sim, a base de usuários do Telegram é incomparavelmente menor do que o mais de 1 bilhão de usuários do WhatsApp, mas isso não quer dizer que ele seja inferior. Vários recursos bons e que fazem diferença no aplicativo simplesmente não existem na concorrência.

Multidispositivo

Quer se conectar ao Telegram em três celulares, no seu tablet, no seu PC e tudo mais ao mesmo tempo? Você pode. Similar ao Messenger, do Facebook, você pode usar o serviço em diversas plataformas ao mesmo tempo, enquanto o WhatsApp ainda é profundamente limitado ao celular.

Versão web independente

O WhatsApp Web foi uma resposta a um anseio antigo da base de usuários, mas ele não deixa de ser uma gambiarra, que obriga o usuário a manter o celular ligado e conectado à internet o tempo todo para usar o recurso no PC. O Telegram não tem essa limitação; sua conta funciona de forma independente do dispositivo, o que significa que, se a bateria do celular acabar, você ainda pode acessar suas conversas em outros aparelhos.

Grupos gigantescos

O Telegram possui uma vantagem em relação aos grupos do WhatsApp. Ele permite muito mais usuários participando da mesma conversa, o que é ótimo para grupos públicos temáticos. Enquanto o Telegram permite 5.000 pessoas participando do chat, o WhatsApp está restrito a 256.

Pagamentos 

Um recurso liberado recentemente. Agora, o Telegram também é uma plataforma de pagamentos, permitindo que usuários enviem dinheiro uns para os outros por meio do aplicativo. Já foi especulado que o WhatsApp deve ganhar esse recurso em breve, mas por enquanto isso ainda não existe.

Chats secretos

Para quem quer ter um pouco mais de controle sobre a conversa, o Telegram também é melhor que o WhatsApp com seus chats secretos. Embora ambos possuam criptografia de ponta a ponta, que é indispensável para qualquer conversa que queira ser totalmente privada, o Telegram também tem a opção de mensagens que se autodestroem após algum tempo.

 

Via olhardigital

Case de celular serve café expresso

O Mokase é um case para celular que faz café expresso. Não há muito mais o que dizer dessa ideia, apenas perguntar: qual o motivo? A não ser que você more em um lugar muito remoto, toda cidade possui um restaurante, uma padaria, um bistrô ou um boteco do seu lado — e todos eles vendem café.

Sobre o produto que está em campanha de financiamento pelo Kickstarter tem uma meta de US$ 85 mil. Incrivelmente, ele já alcançou um pouco mais de US$ 2 mil para um produto que, precisamos dizer, não é tão prático assim.

O Mokase armazena o café e pode aquecer o líquido via bateria própria entre 50 e 60° C. Além disso, nem uma dose completa, um pingado, de café o case entrega: são apenas 25 ml. Para manter tudo seguro, já que estão falando de líquidos quentes e peças de smartphones, a equipe da Mokase comentou que o case é construído em liga de alumínio e silicone.

Sobre preços, o Mokase pode ser comprado por um valor de US$ 54, cerca de R$ 171. E em quais smartphones ele encaixa? Nos seguintes modelos: iPhone 6, 6s, 7 e 7 Plus, família Samsung Galaxy S6, S7 e S8, Huawei P8, P9 e P10, e LG G5.

 

Fonte: https://www.tecmundo.com.br/kickstarter/116421-serio-criaram-case-celular-serve-cafe-expresso.htm?utm_content=bufferd07cd&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

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